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Quarta-feira, Janeiro 26, 2022
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Médio Tejo | CHMT bateu recordes de atividade assistencial em 2019

Nos resultados obtidos na atividade assistencial realizada no Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), e ainda provisórios, verificou-se o aumento do número de consultas, o aumento do número de cirurgias e o aumento do número de sessões de Hospital de Dia, deu hoje conta a administração do Centro Hospitalar, tendo feito notar que o CHMT bateu em 2019 todos os recordes na atividade assistencial, transformando-se no melhor ano assistencial de sempre do CHMT, EPE.

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No ano de 2019, o CHMT realizou mais de 185.740 consultas, batendo o recorde estabelecido em 2017, ano em que se realizaram 183.489 consultas, refere o CHMT, em comunicado.

Na mesma nota informativa, é referido que o Centro Hospitalar do Médio Tejo aumentou, ainda, a sua taxa de acessibilidade no número de primeiras consultas referenciadas via Cuidados de Saúde Primários, registando-se um aumento de 2,6% na taxa de primeiras consultas via Consulta a Tempo e Horas (CTH), sendo que em 2019 a taxa foi de 34,3%, contra os 31,6% de 2018.

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Também no número de cirurgias o Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, registou um crescimento, tendo sido realizadas um total de mais de 10.830 cirurgias. Mais de 600 que no ano 2018. Também aqui o CHMT, EPE, bateu o seu recorde de 2016, ano em que efetuou 10.507 cirurgias.

O ano 2019 confirma-se como o ano em que o CHMT bateu todos os recordes de atividade assistencial, também por causa do aumento da atividade dos Hospitais de Dia cujo total de sessões ultrapassa as 33.890, representando um aumento de mais de 400 sessões face ao ano de 2018, pode ler-se na mesma nota.

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Segundo o CHMT, relativamente às Listas de Espera e Tempos Médios de Resposta (TME), no final do ano 2019 e comparativamente com o ano de 2018, a lista de espera para cirurgia diminuiu em menos 359 doentes em espera e em menos 13 dias de Tempo Médio de Espera, sendo que 84% dos doentes foram operados dentro do Tempo Máximo de Resposta Garantida.

Também nas listas de pedidos de consulta a resposta do Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, foi considerada “muito positiva” relativamente aos pedidos de consulta mais antigos e que reportam aos anos de 2017 e 2018.

“Depois do apelo realizado, em maio de 2019, pela Ministra da Saúde, Marta Temido, no sentido de no final do corrente ano não haver doentes em lista de espera para consulta externa há mais de um ano nas entidades hospitalares do SNS e referente à necessidade de redução das referidas listas, no Centro Hospitalar do Médio Tejo, os registos apontam, no final de 2019, para números próximos de zero em pedidos de consulta não atendidos, relativos aos anos de 2017 e 2018. Números próximos de zero já que a 31 de dezembro deste ano apenas 0,35% de pedidos de consulta não estavam ainda atendidos e por razões justificáveis”, escreve a administração do CHMT.

Já na mensagem de final de ano que Carlos Andrade Costa, presidente do Conselho de Administração, enviou aos colaboradores do CHMT, adiantava ser “este ano de 2019 um ano feliz para a nossa Casa. Brevemente conheceremos, todos, quais os resultados assistenciais que alcançámos neste exercício que agora quase finda. Mas desde já, podemos estar todos muito orgulhosos pelo contributo dado pelo CHMT para a plena concretização dos objetivos do Serviço Nacional de Saúde.”

O Centro Hospitalar do Médio Tejo mantém, assim, o compromisso concretizado durante os últimos anos “aumentando a atividade assistencial e prosseguindo a sua Missão junto da população que serve”, afirmou Carlos Andrade Costa, manifestando um “enorme agradecimento a todos os profissionais desta Casa, que contribuem para o crescimento da atividade assistencial e que, diariamente, com dedicação e empenho prestam cuidados de saúde aos cidadãos do Médio Tejo”.

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei, de Castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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