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Médio Tejo | CHMT admite entrada imediata a Assistentes Operacionais e Enfermeiros

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) abriu candidaturas espontâneas para Enfermeiros e Assistentes Operacionais. Segundo nota de imprensa, pretende com esta medida “reforçar os recursos humanos do Centro Hospitalar do Médio Tejo para garantir o reforço de toda a sua atividade assistencial”.

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Os candidatos para a categoria profissional de Assistentes Operacionais deverão possuir habilitações ao nível do 9.º ano, à exceção dos candidatos cujo 12.º ano seja a escolaridade obrigatória (candidatos nascidos a partir de 01-01-1995).

As candidaturas para assistentes operacionais deverão ser formalizada mediante apresentação dos seguintes documentos: a) Curriculum Vitae; b) Diploma/Certificado de Habilitações Literárias ao nível do 9.º ano, à exceção dos candidatos cujo 12.º ano seja a escolaridade obrigatória (candidatos nascidos a partir de 01-01-1995).

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Para a categoria de Enfermeiro serão admitidos os que candidatos que cumpram cumulativamente os seguintes critérios: – Licenciatura em Enfermagem; – Cédula Profissional emitida pela Ordem dos Enfermeiros ou documento comprovativo de inscrição na referida Ordem, onde conste o número de membro e data de validade.

A candidatura deverá ser formalizada mediante apresentação dos seguintes documentos: a) Curriculum Vitae; b) Diploma/Certificado de Licenciatura em Enfermagem, onde conste classificação final atribuída; a) Cédula Profissional.

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Tendo em consideração o cenário de pandemia por SARS- CoV-2 que resulta na doença covid-19 e enquanto se mantiverem as normas excecionais e restritivas relativas ao Plano de Contingência, os candidatos serão avaliados e selecionados unicamente através de avaliação curricular, acrescenta a mesma nota.

Os interessados deverão enviar a sua candidatura através do endereço de mail: recrutamento@chmt.min-saude.pt.

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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