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Médio Tejo | Chama-se Mateus o primeiro bebé a nascer em 2021 no CHMT

Chama-se Mateus e é o primeiro bebé de 2021 a nascer na maternidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), instalada em Abrantes. Em 2020, o CHMT registou uma ligeira subida do número global de partos (826) e de nascimentos (832).

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O Mateus nasceu no dia 1 de janeiro, às 18:55, com 3.055 kg. Apesar do seu nascimento estar previsto para o dia 21 de janeiro, o Mateus antecipou-se e foi o primeiro bebé a nascer no CHMT neste ano de 2021.

Susana Lopes, 28 anos, e Hugo Fonseca, 29 anos, de Mira D’Aire, são os pais do bebé Mateus, o primeiro filho do casal.

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Mateus nasceu de parto normal às 18:55 do dia 1 de janeiro. Foto: CHMT

Dos 826 partos realizados em 2020 no CHMT há a registar 832 nascimentos, uma ligeira subida relativamente a 2019, ano em que se verificaram 798 recém-nascidos,

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Em 2018, na maternidade do CHMT, o número de partos foi de 792 e no ano de 2017 foi de 711.  Recuando um pouco mais no tempo, os números de 2016 indicavam que tinham nascido na maternidade do CHMT 794 bebés, menos 7 do que em 2015.

Ao Mateus e à sua família os desejos de uma vida muito feliz!

Os número finais ainda não são conhecidos, mas o número de de bebés nascidos em Portugal nos primeiros nove meses deste ano baixou 1,2% em relação ao mesmo período de 2019, totalizando 64.390, segundo dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como “teste do pezinho”.

O número representa uma quebra de 775 nascimentos entre janeiro e setembro face a igual período do ano passado, em que foram rastreados 65.165 recém-nascidos no âmbito Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

O “teste do pezinho”, que cobre quase a totalidade dos nascimentos no país, é realizado a partir do terceiro dia de vida do recém-nascido, através da recolha de umas gotículas de sangue no pé da criança, e permite diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são muito difíceis de diagnosticar nas primeiras semanas de vida e que mais tarde podem provocar alterações neurológicas graves, alterações hepáticas, entre outras situações.

Estes testes permitem identificar crianças que sofrem de doenças, como a fenilcetonúria ou o hipotiroidismo congénito, que podem beneficiar de intervenção terapêutica precoce.

c/LUSA

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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