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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Médio Tejo | Centro Hospitalar vai investir 6,5ME em Abrantes, Tomar e Torres Novas (C/VIDEO)

O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) anunciou no sábado investimentos de 6,5 milhões de euros nos hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas, que o secretário de Estado da Saúde considerou decisivos para a qualidade de vida na região.

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“Estes são investimentos que permitem um reforço de competências e gerar sinergias para serem aproveitadas por toda a região do Médio Tejo, revestindo-se de uma importância decisiva para a qualidade de vida dos cidadãos”, disse Manuel Delgado aos jornalistas, no final de uma visita ao hospital de Abrantes, no distrito de Santarém, inserida numa iniciativa mais extensa dedicada aos dois anos de Governo, que se assinalam este domingo.

Os investimentos, a concretizar até final de 2019, referem-se à requalificação e expansão da Urgência Médico-Cirúrgica na unidade hospitalar de Abrantes (1,5 ME), e intervenções nas três unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas para sustentabilidade e eficiência energética no âmbito de uma candidatura conjunta apresentada pelo CHMT e o Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), ao programa operacional POSEUR, num projeto de cinco milhões de euros que vai contar com um apoio comunitário de 85%.

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Os investimentos hoje anunciados, na ordem dos 6,5 milhões de euros, são para concretizar até final de 2019. Foto: mediotejo.net

Neste âmbito, o investimento prevê, até final de 2019, a substituição das caldeiras, dos refrigeradores (‘chillers’) e da iluminação artificial, a instalação de painéis solares, térmicos e fotovoltaicos, e intervenção ao nível das fachadas e das coberturas, incluindo a pintura exterior das unidades hospitalares de Tomar e Torres Novas, tendo o secretário de Estado da Saúde afirmado que os investimentos anunciados, “congregados, representam uma mais-valia para os utentes” da região.

Abrantes l Obras nas Urgências Médico Cirúrgicas custam 1,5 milhões. CA do CHMT anuncia ainda investimento de 5 milhões em eficiência energetica nos 3 hospitais do Médio Tejo.

Publicado por mediotejo.net em Sábado, 25 de Novembro de 2017

“No caso do CHMT, com o trabalho do Conselho de Administração [CA] e, no caso concreto de Abrantes, com o apoio do município, tem sido possível fazer ajustamentos importantes para a vida das pessoas”, afirmou.

No âmbito da visita a várias unidades da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) na zona de Abrantes, Tomar, Torres Novas e Santarém, Manuel Delgado disse ainda que o Governo tem a preocupação de “dotar todas as regiões do país, em pé de igualdade e de forma equitativa, com os recursos necessários para que os doentes sejam tratados nas áreas onde residem e o mais próximo possível dos seus locais de residência”.

A presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque (PS), que também preside à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT), afirmou que o seu município está “disponível para fazer parte da solução, ajudando financeiramente na componente nacional necessária” para a requalificação das urgências, e destacou que, “com melhores condições de trabalho, ganham os profissionais de saúde e ganha a população, que passa a ser mais bem servida”.

A autarca alertou ainda o governante para a importância de “desbloquear e ajudar” a transferir os cuidados primários que ainda funcionam no hospital para a antiga Casa de Saúde, num outro ponto da cidade, “libertando espaço no interior do hospital para as obras de requalificação da Urgência”.

O presidente do Conselho de Administração do CHMT, Carlos Andrade, destacou, por sua vez, que os investimentos anunciados são para concretizar num “prazo razoável”, que estimou até “antes do final de 2019”, e que “resultam de um trabalho articulado entre todos os parceiros”.

O secretário de Esatdo, Manuel Delgado, efetuou hoje de manhã uma visita ao hospital de Abrantes inserida numa iniciativa mais extensa dedicada aos dois anos de Governo, que se assinalam no domingo. Foto: mediotejo.net

Agência de Notícias de Portugal

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1 COMENTÁRIO

  1. Noticia do Médio Tejo de 13 de Dezembro de 2016: “O Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) tem neste momento um conjunto de serviços a sofrerem reestruturações. A urgência cirúrgica do Hospital de Abrantes estará em obras entre 2017 e 2018. “ Como se vê, 2017 está no fim e as obras estão agora a ser anunciadas de novo, não se sabe bem para quando. Mas a 23 de Novembro de 2015, “O Ribatejo” também publicou a seguinte noticia sobre as Urgências de Abrantes: “Entrou em funcionamento, no passado dia 23 de Outubro, a nova Sala de Observação da Urgência Médico-cirúrgica do Centro Hospitalar do Médio Tejo, instalada na Unidade Hospitalar de Abrantes. As novas instalações têm capacidade para 14 utentes e constituem o primeiro passo para a requalificação do Serviço da Urgência Médico-cirúrgica, do CHMT, que o actual Conselho de Administração pretende realizar. Esta requalificação é essencial para dotar este Serviço, (Urgência Médico-cirúrgica), com condições mais adequadas para a prática clínica de urgência/emergência.” Como se vê, esta será, pelo menos, a 3ª vez que as obras são anunciadas nos jornais. O que se sabe e se constata todos os dias, é que as urgências de Abrantes não têm condições para funcionarem razoavelmente. Se alguém discordar é só porque não conhece os corredores das urgências de Abrantes. Mas se tudo vier a ser cumprido desta vez, mais de metade vai para Abrantes sendo que 1.5 milhões é para porem as Urgências de Abrantes parecidas com que existem em Tomar e em Torres Novas. Gastos escusados, digo eu. Bastava mudarem a Urgência Médico-Cirúrgica para Torres Novas ou Tomar e passavam Abrantes a SUB…e poupava-se muito dinheiro e serviam-se melhor as populações com uma melhor centralidade e melhores acessos da Unidade Médico Cirúrgica. Até porque as obras em Abrantes, se vierem a começar, nunca mais vão parar. È bom que se lembre que o edifício de Abrantes é de 1979, está prestes a fazer 40 anos enquanto que os outros dois já são deste Século, portanto muito mais modernos, mais actualizados e sem necessidade de obras de vulto.

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