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Sexta-feira, Maio 14, 2021

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Médio Tejo | Centro Hospitalar com nível de excelência em 10 áreas

Das três unidades (Abrantes, Tomar e Torres Novas) que constituem o Centro Hospitalar do Médio Tejo, é no Hospital Dr. Manoel Constâncio que se concentram mais valências com a classificação de excelência clínica atribuída pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS).

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No relatório anual publicado por esta entidade, a unidade de Abrantes obtém a classificação de Excelência Clínica em sete das 16 áreas analisadas: Cardiologia, Ginecologia, Neurologia, Ortopedia, Obstetrícia, Pediatria e Cuidados Transversais.

No caso do Hospital de Nossa Senhora da Graça em Tomar, a classificação máxima vai para as áreas de Cirurgia de Ambulatório e Cirurgia Geral.

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O Hospital Rainha Santa Isabel, de Torres Novas, recebeu a avaliação de Excelência Clínica na área de Pediatria.

Feitas as contas, o Centro Hospitalar do Médio Tejo obtém a classificação máxima em 10 especialidades, nas quais cumpre os critérios para a prestação de cuidados de saúde de qualidade.

Esta segunda avaliação da Entidade Reguladora da Saúde de 2019, divulgada esta semana, incide num universo de 158 hospitais públicos, privados e do setor social.

Das 121 unidades que efetivamente obtiveram classificação na área dimensão da excelência clínica, 102 (84%) conseguiram a atribuição da estrela correspondente ao primeiro nível de classificação.

A avaliação e classificação no âmbito do projeto SINAS, da Entidade Reguladora da Saúde, não produz qualquer ‘ranking’ dos hospitais e não permite aferir a “melhor” unidade. “As classificações traduzem o desempenho apenas nas áreas concretamente avaliadas em cada prestador, não se podendo fazer extrapolações sobre o desempenho do hospital como um todo, ou mesmo de serviços do hospital”, frisa a ERS.

A avaliação e classificação é feita em dois níveis. Num primeiro, confirma-se o cumprimento de critérios essenciais para a prestação de cuidados de saúde com qualidade.

A passagem desse nível, permite acesso a um segundo nível de avaliação em que são atribuídos níveis de qualidade de I a III em cada uma das áreas de avaliação. “De uma forma global, verifica-se a melhoria do cumprimento de alguns dos indicadores de processo associados a diferentes áreas cirúrgicas”, refere o regulador, acrescentando que também houve melhorias nos indicadores de obstetrícia, na área da neurologia relativa ao AVC ou na cirurgia de ambulatório.

A avaliação da excelência clínica agora divulgada incidiu sobre internamentos entre julho de 2017 e julho de 2018, refletindo o desempenho anual dos hospitais em várias áreas, como cirurgia vascular, cardiologia, cirurgia de ambulatório, cuidados intensivos, neurologia, obstetrícia, ortopedia ou pediatria.

C/ Agência Lusa

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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