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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Médio Tejo | Ano novo com nova poesia da revista NERVO

O novo ano traz uma nova revista “NERVO – colectivo de poesia” com o lançamento online do quarto número esta quarta-feira, dia 2 de janeiro. A publicação quadrimestral dirigida por Maria F. Roldão assinala o primeiro ano de existência e volta a partilhar poesia contemporânea de autores nacionais e estrangeiros.

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A revista “NERVO – colectivo de poesia” foi oficialmente fundada em novembro de 2017 e o primeiro número chegou às mãos dos amantes de poesia contemporânea a 12 de janeiro de 2018. Cerca de um ano e três edições depois, a publicação quadrimestral dirigida por Maria F. Roldão está de regresso e o novo número, que assinala o primeiro aniversário, fica disponível online a partir desta quarta-feira, dia 2 de janeiro.

As palavras de poetas de diversas nacionalidades voltam a ser reunidas e as portuguesas pertencem a Ana Marques Gastão, André Domingues, António Garcia Barreto, Cláudia Lucas Chéu, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, Fernando Esteves Pinto, Luís Filipe Parrado, José Luís Borges de Almeida, Manuel Halpern, Margarida Vale de Gato, Maria Azenha, Nuno Garcia Lopes, Nuno Júdice, Paulo M. Rema, Raquel Serejo Martins, Rosa Oliveira, Rui Miguel Fragas e Sérgio Ninguém.

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Capa da primeira edição da revista NERVO. Foto: DR

Igualmente portuguesas, mas vindas do Brasil chegam as de António Carlos Secchin e Sérgio Nazar David e de Espanha viajam as de Jesús Jiménez Domínguez, no último caso traduzidas por André Domingues. As artes plásticas também marcam presença nesta edição e depois de Horácio Gomes, Luís Nobre, Américo Prata e Daniel Garcia chega a vez dos traços artísticos de Helena Rocio Janeiro surgirem nas ilustrações e na capa.

No seu primeiro ano de existência, a “NERVO” partilhou com o mundo a poesia de mais de três dezenas de autores nacionais e trouxe até Portugal a de poetas do Brasil, Moçambique, Costa Rica, Eslováquia, Índia, Estados Unidos, Espanha, Itália e Curdistão. Por cá, de acordo com os dados disponibilizados, os números publicados em janeiro, maio e setembro conquistaram, sobretudo, leitores de Lisboa (35%), Porto (22%) e Coimbra (12,3%).

Ilustração do artista plástico Daniel Garcia numa das edições anteriores. Foto: DR

Juntam-se os de Setúbal (6,5%), Santarém (5,5%,), Funchal (4%), Faro (4%), outros distritos (6,7%) e a nível internacional (4%). Caso pretenda fazer parte desta lista e encomendar a revista que se inspira nas palavras de Agustina Bessa-Luís “As coisas só existem quando há poetas por perto” pode faze-lo através do endereço de email nervo.colectivodepoesia@gmail.com.

A publicação da editora sediada na região do Médio Tejo, que assume como razão de existir “a poesia apenas”  e a “admiração pelos poetas contemporâneos e o desejo de os aproximar dos leitores”, também pode ser encontrada nas livrarias lisboetas “Leituria” e “Coussol / Snob”, assim como na livraria portuense “Flâneur”.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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