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Quarta-feira, Outubro 20, 2021

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Médio Tejo | ACES desaconselha tradição de ‘Pão por Deus’ ou ‘Dia do Bolinho’

A Unidade de Saúde Pública do ACES (Agrupamento de Centros de Saúde) Médio Tejo desaconselha o cumprimento da tradição de pedir o ‘Pão por Deus’ ou o ‘Dia do Bolinho’ que anualmente as crianças cumprem no dia 1 de novembro.

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Em comunicado o ACES Médio Tejo, de modo a facilitar o controlo da disseminação da covid-19 entre a população e a não sobrecarregar o SNS, para que possa dar resposta a todas as solicitações, não recomenda o cumprimento da tradição do Dia de Todos os Santos tendo em conta a situação epidemiológica atual e o estipulado pela Resolução do Conselho de Ministros, na qual é aconselhada a não concentração de pessoas na via pública e a dispersão das concentrações superiores a cinco pessoas, salvo de pertencerem ao mesmo agregado familiar.

Evidencia a necessidade de “avaliar situações de risco que são comuns e específicas desta tradição”. Designadamente: “as crianças mesmo estando em grupos reduzidos e usando sempre máscara, não assumem a mesma responsabilidade de um adulto, o que resulta em comportamento de risco, tais como a retirada da máscara para comer os doces que lhes são oferecidos e até a partilha e troca dos mesmos entre si”.

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Nota o mesmo comunicado que “nalguns locais, em vez de doces, são ofertadas moedas que podem constituir um veículo de contaminação, sendo que, a higienização das mãos deverá ser praticada de modo muito recorrente, o que nem sempre é cumprido pelas crianças”.

Além disso, “andar de porta em porta, aumenta consideravelmente o número de contactos entre pessoas que não fazem parte do mesmo agregado familiar”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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