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Quarta-feira, Outubro 27, 2021

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Mação | UGT apoia autarquia na luta pelo não encerramento do Gabinete de Inserção Profissional (c/AUDIO)

À semelhança do que sucederá com a maioria dos Gabinetes de Inserção Profissional da região do Médio Tejo, também Mação verá este serviço ser encerrado até final do ano. Segundo Vasco Estrela, que contesta a decisão, os argumentos dados para o encerramento do Gabinete de Inserção Profissional maçaense foram baseados “em normas e orientações do IEFP, que define como teto os mil inscritos para justificar a existência do GIP”. O Gabinete maçaense funciona há dez anos.

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A UGT, que reuniu em Mação a 21 de setembro, garantiu, através do secretário geral Carlos Silva, apoiar o concelho na luta pelo não encerramento deste serviço, defendendo que “o GIP em Mação se mantenha nem que fosse só para 50 ou 100 trabalhadores desempregados”.

Apesar desta justificação, o autarca refere que “ao analisar os GIPs que iriam ficar a funcionar no país, verificamos que em concelhos limítrofes e da região Centro haveria GIPs a funcionar, ainda que em tempo parcial, com muito menos inscritos que esse mil e até muito menos que aqueles que estão inscritos no concelho de Mação”.

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O edil presume que as “orientações foram gerais, para todo o país”, mas que “importa perceber qual foi a lógica que existiu nesta decisão”.

“Em qualquer dos casos, parece-me que é uma medida que vem um bocadinho contra aquilo que o Governo apregoa, em termos de política de proximidade. Neste caso estamos a ter uma política de afastamento, ou seja, teria sido conveniente uma conversa com os municípios e perceber aqueles que estariam dispostos a investir mais para que os GIP estivessem a funcionar”.

O município conseguiu um apoio inesperado, por parte da UGT, que escolheu o concelho para a sua primeira reunião após as férias. Carlos Silva, secretário geral da UGT, afirmou que ter tido conhecimento do encerramento do GIP em Mação, considerando que “independentemente das regras que foram ditadas pelo governo, para que se encerrem os GIP” se a questão é “rentabilizar serviços e otimizar custos, então que se otimize nos grandes centros urbanos”, disse, defendendo a região do Interior.

“Há regras que têm que ser distorcidas a favor da solidariedade e da coesão territorial e social, e é por isso que vamos defender que o GIP em Mação se mantenha nem que fosse só para 50 ou 100 trabalhadores desempregados”, avançou, notando que “é um sinal que  administração central e o governo estão estão a dar em relação à valorização das pessoas e do Interior do país”, terminou Carlos Silva.

Já Vasco Estrela lembrou que os municípios do Médio Tejo já agiram através da Comunidade Intermunicipal, que tomou uma posição conjunta, pedindo “esclarecimentos”.

O Gabinete de Mação funciona há 10 anos e dada a extensão e dispersão do território, é apontado pelo autarca como “um serviço importantíssimo no concelho”.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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