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Segunda-feira, Outubro 25, 2021

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Mação | Super Enduro animou a Catedral do Presunto (c/fotogaleria)

A caminho do seu términus, o IV Campeonato Nacional de Super Enduro realizou no passado sábado, 25 de agosto, a sua terceira (e penúltima) etapa do calendário do presente ano. Com a organização a cargo do “MAC TT – Clube de Mação”, a prova disputou-se perante numeroso público num traçado unanimemente apelidado como “o mais exigente de todos até agora” dadas as suas características técnicas, que exigiram bastante dos concorrentes com o desgaste natural acumulado de pilotos, máquinas e traçado a fazerem-se sentir ao longo das mangas de classificação e das finais, já disputadas noite dentro.

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Nem o dérbi futebolístico da capital fez afastar um público entusiasta que ia aplaudindo e incentivando os seus ídolos a cada passagem pelo diversos obstáculos montados ao longo do trajecto desenhado numa distância a rondar os 400 metros. Durante hora e meia, os pilotos das três classes em disputa – “Hobby” (não federados), “Open” e “Prestige” – realizaram as suas respectivas mangas de qualificação para as finais a disputar já em ambiente nocturno.

Foto: mediotejo.net

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Após as etapas de Castanheira de Pêra e Fafe, a jornada de Mação era determinante para alguns atletas que poderiam distanciar-se dos seus rivais na busca do título nacional ou ficarem mais longe desse objectivo o que fez com que, quer as voltas de qualificação quer as finais, fossem bastante animadas no que à disputa dos lugares cimeiros diria respeito.

A enorme entrega demonstrada não evitaram as habituais quedas e precalços próprios de um excelente traçado preparado pelos elementos da organização que dificultou – e bastante – a tarefa dos concorrentes (nem mesmo os mais experientes evitaram umas idas ao solo da pista de Mação).

Em termos de classificações, nos “Hobby” (classe aberta a pilotos não federados onde alinharam quinze motociclistas), o mais regular nas três mangas finais foi Daniel Branco, seguido do espanhol Carlos Ordoñes e Marcelo Carneiro.

Na categoria “Open” (aberta a veteranos e jovens a mostrarem muita qualidade), foi Diogo Parente a dominar por completo, vencendo todas as mangas finais sagrando-se dessa forma, vencedor desta terceira prova do nacional da modalidade.

Curiosamente, Manuel Moura e Filipe Oliveira também completaram as sua suas três finais em segundo e terceiro respectivamente o que obviamente, os manteve escalados no pódium final por essa mesma ordem.

Foto: mediotejo.net

Por fim, alinharam os pilotos mais categorizados do enduro nacional. Na classe “Prestige”, Diogo Vieira levou a melhor sobre os seus opositores, seguido de Luis Oliveira e Gonçalo Reis, onde a incerteza do vencedor imperou até ás últimas curvas do exigente traçado de Mação.

Desta forma, os dois primeiros classificados desta jornada, partem para a última prova em igualdade pontual, isto na disputa do ambicionado troféu nacional da categoria.

Foto: mediotejo.net

Com os diversos escalões do campeonato ainda por decidir, esperam-se duelos intensos em Vila Boa de Quires (Marco de Canaveses) no próximo dia 29 de setembro, onde terminará este IV Campeonato Nacional de Super Enduro que regressará à vila de Mação em 2019 conforme “prometeu” o presidente da autarquia maçaense, Vasco Estrela, quando proferiu algumas palavras de circunstância a todos os presentes na cerimónia de entrega de troféus aos vencedores num pódium com bastante animação e banhos de champanhe.

Edição: Jorge Santiago

Fotos: David Pereira

A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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