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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Mação | PS ganhou terreno nas freguesias nas eleições que garantiram maioria social democrata na CM

Das seis freguesias do concelho de Mação 4 estarão no próximo mandato sob gestão socialista. Duas por reeleição, as outras duas por conquista ao PSD, partido que gere por maioria os destinos do concelho na Câmara Municipal e que reforçou representação em Assembleia Municipal. O mediotejo.net foi conhecer as novas caras eleitas pelo PS nas últimas autárquicas e tentar perceber o que correu bem, o que há a melhorar e, a bem da democracia e pluralismo, quais as expetativas/aspirações no que toca à relação com a oposição e, acima de tudo, na missão de serviço à comunidade maçaense.

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Rui Dias

Eleito presidente de Junta de Freguesia de Ortiga com cerca de 49,88% dos votos

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Foto: mediotejo.net

Com carreira militar feita, e tendo passado à Reserva, sentiu estar disponível para entrar na corrida enquanto cabeça-de-lista da candidatura PS à Assembleia de Freguesia de Ortiga. Além disso, também o facto de o seu pai ter sido presidente de junta em tempos lhe trouxe a vantagem de já saber como tudo funcionava: desde as dificuldades aos objetivos que as gentes pretendem.

O segredo, esse, diz que ter sido a campanha porta a porta, que lhe deu a conhecer “ainda melhor” o que a comunidade queria, e acima de tudo, precisava.

“Eu estava convencido que, ouvindo os eleitores desta freguesia, chegava lá. Porque as pessoas acreditaram naquilo que lhe disse”

Sendo natural de Lisboa, uma vez que os pais saíram de Ortiga ainda jovens para a capital, as visitas e o contacto foram sempre frequentes, até que um dia voltaram. E eis que Rui Dias acaba por casar em Ortiga, mas estabelece-se em Abrantes, após colocação no Quartel, e com idas e voltas ditadas pela vida militar, lá passou a residir, mas a manter o contacto com Ortiga e as suas gentes.

Desde jovem manteve-se sempre ligado às coletividades de Ortiga: começou por integrar o grupo desportivo, que mais tarde se veio unir à Liga de Melhoramentos, acabando por também integrar a Associação de Caçadores.

Questionado sobre as prioridades que compõem o seu leque de compromissos, e onde afirma colocar mãos à obra numa primeira fase, admite que existe muita a fazer no que toca à acessibilidade e à manutenção dos caminhos, às limpezas. Mas há algo que o transtorna: o estado do cemitério, que requer melhoria urgente, segundo Rui Dias.

“Não consigo conceber que esteja como está, dá pena”, o que leva a que a intervenção no cemitério seja uma das prioridades, no dia que tomar posse.

Além das “coisas pontuais, de melhoria de quotidiano”, a aposta no turismo é também vontade evidente, reconhecendo a importância do rio Tejo que banha a freguesia, bem como a barragem, toda a margem, bem como o património e tradição relacionado com a pesca, caso das pesqueiras que diz ter conhecimento de traçado com potencial para ser aproveitado.

Referindo que não só a lampreia, em termos de iguaria gastronómica, pode ser fator de atração, Rui Dias disse ainda ter conhecimento de projeto para instalação de museu sobre a arte, ofício e tradição da pesca, e pretende “ir atrás dele”.

Por outro lado, o largo em frente ao centro de dia, “com aquele fosso”, também é merecedor da sua atenção, mas aguarda poder tomar conhecimento dos dossiers e da autarquia para se pronunciar e agir. O mesmo sucede com a rede de saneamento básico, e a prometida ETAR em estudo para ser construída. “Ortiga tem há 14 anos rede de esgotos instalada e continua a fazer uso de fossas particulares”, notou o eleito.

Diz estar sempre disponível e acreditar no bom desempenho do secretário bem como do tesoureiro da junta, pessoas que escolheu para integrar a sua equipa.

O objetivo passo por “dar condições aos que cá estão, e tentar trazer mais pessoas de fora para cá, isso é fundamental”, e no seu entender garantir os vencimentos dos funcionários é “algo que tem de ser salvaguardado”.

O desafio passa por tentar melhorar a qualidade de vida dos fregueses de Ortiga, que já são poucos, e à semelhança do resto do concelho, envelhecidos. “Está a nascer pouca gente cá, e pouca gente cá fica, precisamente porque não há condições para se fixarem, e as pessoas acabam por ir ou para concelhos vizinhos ou para junto do litoral”.

Aqui, Rui Dias nota a importância da empresa Postejo, algo que foi feito com um objetivo, “entretanto é subalugado, e não se sabe muito bem em que ponto está”, e que seria um investimento importante para “criar postos de trabalho e criou-os na altura em que arrancou, mas a partir do momento em que dali saíram para Benavente…”, foi recordando, com algum lamento e decidido em querer saber mais sobre o processo.

O centro de dia, reconhece, é “uma das melhores obras”, “garante muitos postos de trabalho” e garante ainda que “as pessoas idosas estão acompanhadas e principalmente que estejam na sua terra”.  Também a criação da Liga de Melhoramentos foi uma mais valia, que vinha complementar o trabalho da Junta de freguesia, contribuindo inicialmente para a construção e melhoramentos, desde pontes, fontes, etc.

As coletividades, caso da Liga de Ortiga e dos Amigos da Estação, bem como as cooperativas das águas e as do azeite, são pontos cruciais na dinâmica da freguesia, e disso não tem dúvidas.

Reconheceu o presidente de junta João Ferreira como alguém que deu tudo o que tinha pela sua terra, com quem mantém uma relação cordial, ajudando na tomada de conhecimento “em alguns tópicos” e deixando o recado de “não nos podemos esticar muito, porque a manta é curta” aludindo à disponibilidade financeira daquela autarquia local.

“As autárquicas funcionam mais pelas pessoas”, indicou, reconhecendo Vasco Estrela, reeleito presidente de Câmara, enquanto “uma pessoa dinâmica e muito humana” e que fala com as pessoas diretamente, disse também esperar que continue a fazer um bom trabalho “como tem feito até aqui, sejam as juntas do PS ou do PSD, porque a missão é servir as populações”.

Por fim, e em jeito de perspetivas de futuro, quer acima de tudo trabalhar para fazer valer a confiança depositada em si. “Sei da maior parte das pessoas que não votaram em mim, mas também são cidadãos da freguesia de Ortiga e como tal tenho que os tratar como todos os outros, ser imparcial, e demonstrar-lhes que daqui a quatro anos podem votar em mim, caso me recandidate, ou a quem se candidatar”, expressou.

“Sei o que é a liderança, e vou tentar transportar a minha experiência da vida militar, com esse sentido de liderança, para ver se consigo fazer algo pelos ortiguenses”, garantiu, não fazendo promessas, mas insistindo sempre para honrar os seus compromissos, que diz fazer questão de anotar, um a um, numa agenda, à medida que as pessoas forem reportando as situações ou que o próprio vá encontrando aqui ou acolá.

Resultados eleitorais de Ortiga nas Autárquicas de 2017. Fonte: MAI

João Luís Pereira

Eleito presidente de Junta de Freguesia de Envendos com cerca de 50,33% dos votos

Foto: mediotejo.net

Aposentado do Departamento Técnico da Polícia Judiciária, em Lisboa, João Luís Pereira voltou a recandidatar-te à Assembleia de freguesia de Envendos após ter levado a efeito um mandato de 2009/2013 e ter perdido por 4 votos a presidência da junta no mandato de 2013/2017.

Começou por deixar uma palavra de reconhecimento a todos os eleitos nas autárquicas de 2017 em Mação, aos não ganhadores, pediu que seja feita “uma oposição construtiva em prol do nosso concelho”. Ao recandidato eleito, Vasco Estrela, desejou “muita sorte e daqui lhe envio um forte abraço, estima e consideração”.

“Iniciei a minha carreira política em 2009, pela primeira vez, e alcancei a vitória por 26 votos, enquanto em 2013, depois de um mandato de muito trabalho e acho que reconhecido por muita gente, de muito empenho e muita dedicação, perder por 4 votos apenas… deixa a pessoa cabisbaixa”, explicou.

Mas “retomando” a força, empenho, e tentando renovar a equipa para 2017, “tudo indicaria que estaríamos numa posição ganhadora, ainda que “evidentemente essas coisas só se consigam saber depois do ato eleitoral”. Considerando esta uma vitória “extremamente valiosa”, com diferença de 55 votos, reconheceu que na freguesia de Envendos “não é fácil” acontecer.

João Luís Pereira acredita que “todos os eleitores devem apostar nas pessoas, terão apostado na equipa jovem, rejuvenescida, no cabeça de lista, e julgo que perante isso tudo e perante o trabalho que se fez em 2009/2013, com imensas dificuldades de início, porque após tomada de posse nessa altura, e ao fim de 3 meses, houve um assalto ao multibanco em Envendos, algo que o deixou destroçado”, recordou, em conversa com o mediotejo.net.

Falando do que aí vem, em compromissos propriamente ditos, afirma que “não podem ser muitos” e que “não vale a pena iludir os eleitores, porque a realidade está à vista de todos”.

Ainda assim, entre os seus compromissos, deve uma instalação de um parque de fitness em São José das Matas, a continuação dos apoios às associações da freguesia, aos jovens, continuação da dinamização de passeios, “a insistência junto da REFER para colocação de abrigo na estação da Barca da Amieira – Envendos, para os passageiros que apanham ali o comboio que estão à chuva e ao sol”, e ainda “a insistência com a Câmara para que se faça qualquer coisa no tão clamado Pego da Rainha – Zimbreira, os terrenos não são nossos, tem que ser um processo inicial, e tentar insistir para que se faça qualquer coisa à sua escala, em relação ao sítio em si, porque julgo que não se poderá fazer algo estrondoso, a fazer terá de ser algo à escala do que existe”, enumerou.

“As freguesias são de facto muito pobres e dependem exclusivamente da Câmara Municipal, é a leitura que eu faço e aquilo que eu entendo”, fez notar, insistindo que “tem de haver uma oposição construtiva, feita com base na concertação e consensos com a Câmara, pois caso contrário, julgo que as coisas não vão funcionar bem”,

Quanto à freguesia, assumiu que “há sempre um senão entre São José das Matas e Envendos, não lhe chamaria rivalidade, quem está à frente tem de ter capacidade para gerir essa situação da melhor forma: arranjar sempre consensos, consertar, e tentar sempre equalizar as situações, porque uns querem isto, outros querem aquilo, ninguém quer ficar para trás como toda a gente deve calcular”, explicou, notando que “é difícil agradar a todos, mas não vamos entrar no campo das rivalidades”, mas sim, “tentar atenuar essas diferenças, que existem, e a missão é tentar arranjar soluções positivas para esses casos pontuais”, prosseguiu.

Tratando-se da maior freguesia do concelho, e com aldeias muito dispersas, existe um problema flagrante: não há muita gente. “É um problema de facto, muita gente idosa”, e por isso existem aldeias que têm de ser reavaliadas em termos de situação rodoviária.

Este fator implica uma dificuldade no processo de tentativa de melhoria da qualidade de vida das populações, mas João Luís Pereira, que já traz na bagagem a experiência de 2009-2013, diz que “as coisas vão-se fazendo passo a passo, não podemos fazer tudo num dia, toda a gente quer ter tudo, e ao mesmo tempo, mas, tal como ao longo da nossa vida, vamos angariando passo a passo”.

Falando de herança da anterior gestão social democrata, do projeto proposto, e aprovado por unanimidade em Assembleia de Freguesia, para a construção da área de lazer e piscina em Envendos, diz só poder vê-lo “com bons olhos”; “essa obra que está a ser executada, não podia ser de outra forma, é um elemento muito positivo, ali ao redor já muitas freguesias têm espaços idênticos, não vejo porque não se justificaria um investimento daquela dimensão”.

Segundo o eleito, esse espaço que irá nascer na sede de freguesia será um complemento ao Pego da Rainha, e “apesar de termos cada vez menos gente, infelizmente, isso não será de todo um sinal negativo, mas seria sempre mais positivo que ao passo destes investimentos, o número de pessoas também fosse crescendo. Existir um equipamento deste tipo é um fator importante para quem vem e para quem está, e a água é um elemento fundamental no verão para ambos os públicos. Estamos convictos que vamos acabar a obra, vai ser inaugurada, vai ter um final feliz. Não poderia eu pensar de outra forma”, explicou.

No que toca à centralização dos serviços, o recém-eleito refere que “não podemos trazer tudo para a sede do concelho, tem de se ter alguma ponderação”, embora reconhecendo esta tendência. “Não devemos esvaziar completamente alguns serviços extremamente importantes das sedes de freguesia”, até porque isso implica também no que toca à procura dos lugares que proporcionem melhor qualidade de vida, com mais serviços ao dispor, e mais oportunidades.

Envendos mantém ativa uma farmácia e uma extensão de saúde, “e é extremamente importante que estes serviços se mantenham na freguesia, são importantíssimos, e temos que nos bater para que esses serviços aqui se mantenham pois são fundamentais, caso contrário, tudo será mais difícil”.

A missão “é trabalhar para que as coisas positivas não alterem e se mantenham”, concluiu, convicto, João Luís Pereira.

Resultados eleitorais de Envendos nas Autárquicas de 2017. Fonte: MAI

4×1: Nuno Barreta eleito único vereador, PS perde representação no executivo camarário

Nuno Barreta, enfermeiro, natural de Mação, único vereador do PS eleito, foi cabeça de lista na candidatura socialista à CM, perdendo perante uma diferença de mais de 1900 votos da maioria PSD. Foto: mediotejo.net

O único vereador socialista eleito nas últimas Autárquicas reconheceu ao mediotejo.net que ser “estreante na política” e que os resultados não foram satisfatórios, uma vez que em três objetivos, apenas um foi cumprido: o reforço na União de Freguesias e nas Juntas de freguesia.

Nuno Barreta pondera que a população não estaria “desperta para aquilo que o PS teria para oferecer” e daí a representatividade no voto. “Perdemos, e acabámos por também perder um vereador, sendo só eu eleito. E será uma experiência nova”, afirmou, reconhecendo ainda que existe sempre “pressão”, ainda para mais sendo o PS “minoritário no executivo”.

Nuno Barreta deixou a garantia de tentar “defender o programa e ideais socialistas”, notando ser lógico que com “a minoria será mais difícil”.

“Estou ciente que o executivo em exercício vai olhar para o nosso programa, e vai ver que só queremos o melhor para os maçaenses e vamos tentar seduzi-los para um Mação melhor”, concluiu, aludindo ao slogan usado durante a campanha eleitoral.

Sobre os bons resultados obtidos nas Assembleias de freguesia, Nuno Barreta disse ter acontecido pela estratégia de envolvimento de novas pessoas e agregação de jovens nas listas. “No caso de Envendos, houve uma tentativa de concretização de lista reforçada com jovens, o que se torna muito positivo”, explicou, acrescentando que “antes de mais a vida política, pública, é um ato de cidadania, e conseguir cativar os jovens como aconteceu é muito positivo porque temos pessoas com experiência, mas que não são eternas, e temos por isso de envolver pessoas com espírito de sacrifício, envoltas em atos de cidadania, para lutar pelo melhor das nossas terras, e daí a aposta em Envendos, na União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, e restantes freguesias”, confessou.

“Ao atrair mais jovens, aumentamos o nosso leque de abrangência, temos mais contributos, só traz vantagens”, notou.

Perspetivando o decorrer do mandato bem como a relação com os restantes membros de executivo, Nuno Barreta disse esperar “uma relação saudável”, uma vez que todos “são adultos e é isso que se quer”, pretendendo envolver e cativar a maioria social democrata, sendo “lógico” que o PS defendeu um conjunto de ideias durante a campanha, no âmbito da política social, saúde, apoio social e socioeconómica e nas quais pretende continuar a batalhar, ainda que estejam “fora daquilo que o PSD considera para o concelho”.

Comparação de resultados eleitorais (2013 e 2017) para a Câmara. Fonte: MAI

Quanto ao envolvimento com a comunidade e às reações da sua eleição enquanto vereador, disse que a relação com as pessoas “continua a ser a mesma”, sendo natural de Mação, residindo no concelho e trabalhando no Centro de Saúde, e frequentando os seus filhos o Agrupamento de escolas.

O eleito reconheceu ainda já estar mentalizado que vai ter de “retirar tempo à família para dedicar à causa pública”, sublinhando que não se teria dedicado a esta causa sem o apoio familiar.

“O ser humano, por norma, gosta de desafios, e este é um grande desafio, uma experiência nova, e que vamos tentar desempenhar o melhor que soubermos e conseguirmos”, e atendendo às caraterísticas da sua profissão, assume que “já tendo o contacto com a população, assim será mais fácil continuar a chegar às pessoas”.

Quanto desenrolar do processo, as expetativas são “realistas”: com minoria “só passa alguma coisa se a maioria quiser” e vai ser “um processo que não é fácil, mas normalmente o que costuma acontecer quando temos ideias excelentes é a maioria não as aceitar em determinada altura, mas mais tarde vai acabar por ir buscá-las, será por aí…”, e insistência será palavra de ordem para um objetivo que acredita ser comum. “Queremos todos lutar por um Mação melhor”, terminou.

Recorde-se que o PSD aumentou o número de vereadores no executivo, subindo para 4, e garantindo clara maioria de cerca de 65,49% dos votos para a Câmara. Também na Assembleia Municipal, num total de 15 mandatos atribuídos, o PSD subiu para 9 eleitos, em comparação com o decréscimo de deputados socialistas para 6.

Já nas freguesias, em 44 mandatos atribuídos (em 2013 o número de mandatos distribuídos fora de 46, contando com 4 mandatos referentes a Grupo de cidadãos independente), o PS ganhou mais dois em comparação com as eleições de 2013, equiparando-se com o PSD e ficando cada partido com 22.

Comparação de resultados nas Assembleias de Freguesia (geral) entre 2013 e 2017. fonte: MAI

O PS, ganhando duas freguesias até então de gestão social democrata, reuniu cerca 46,24% dos votos no total de Assembleias de freguesia, ao passo que o PSD garantiu 42,52% dos votos, tendo sido as duas forças partidárias com maior representatividade no ato eleitoral, perante 190 votos num movimento independente, 108 votos no PCP-PEV, e 16 votos no Bloco de Esquerda. Tanto a União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, como a Junta de Freguesia de Amêndoa, reelegeram os presidentes de junta do PS, José Fernando Martins e Luís Lopes, respetivamente. Já em Cardigos e Carvoeiro, o mesmo sucedeu com a gerência PSD, com Carlos Leitão e Nuno Bragança, respetivamente reeleitos para cada freguesia.

 

 

 

 

 

 

 

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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