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Sábado, Outubro 16, 2021

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Mação | Município investe 27 mil euros para requalificação da antiga escola de Freixoeiro

A Câmara Municipal de Mação aprovou atribuir um apoio de 27 mil euros à Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Serra do Santo para a conclusão da requalificação da antiga escola primária de Freixoeiro, freguesia de Cardigos. Segundo Vasco Estrela (PSD) aquele edifício é propriedade da Câmara Municipal de Mação, mas tem sido aquela Associação local ativa na sua recuperação. Já o vereador Nuno Barreta (PS), depois de confirmar que não existe qualquer contrato de comodato para ocupação do espaço por aquela coletividade, propôs que a autarquia pudesse, no futuro, pensar numa forma de legalizar essa cedência.

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A autarquia, na pessoa do vice-presidente da CM Mação, António Louro, frisou que “a escola mantém-se como propriedade da Câmara, tem sofrido obras de recuperação nos últimos anos, encontrava-se praticamente em ruínas, já só sobravam as quatro paredes. Com o apoio da CMM e o esforço da Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Serra do Santo tem sido possível ir recuperando o edifício”, descreve.

Segundo o responsável falta o sistema elétrico, sistema de distribuição de água, esgotos, portas, janelas, azulejos e pinturas, pelo que o objetivo deste apoio por parte da autarquia “é que se feche a intervenção e complete a recuperação do edifício”.

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António Louro sublinha que a associação tem colaborado “significativamente”, tendo suportado custos de intervenções na escola, nomeadamente dos rebocos exteriores e interiores.

Vasco Estrela disse subscrever a proposta, crendo que “a associação se tem substituído à Câmara, sendo quase intermediário no processo e estando a zelar pelo património municipal”, um edifício num “sítio com visibilidade, junto a uma estrada nacional”.

Por seu turno, o vereador de oposição, Nuno Barreta (PS), questionou sobre existência de contrato de comodato com a associação em causa, algo que Vasco Estrela disse não existir.

“[A escola] É totalmente da CMM; mais uma razão para estarmos mais à vontade para apoiar. Pelo que sei o edifício está cedido há muitos anos, mas nunca foi formalizado nenhum contrato. O contrato de comodato até podia ser impeditivo de a CMM apoiar, porque estaria salvaguardado que as obras estariam por conta da associação. Em qualquer caso, se for essa a situação, podemos fazer um contrato ou direito de superfície para salvaguardar a nossa posição. Mas neste momento, o dinheiro que vai ser dado, é para ser aplicado em património da Câmara”, argumenta.

O ponto foi aprovado por unanimidade, com declaração de voto do vereador Nuno Barreta (PS), que salientou que “seria de se pensar em legalizar a ocupação do espaço” pela associação em causa.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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