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Mação | Município e CRIA avançam para lar residencial e Centro de Atividades Ocupacionais (C/VIDEO)

Este sábado, dia 1 de julho, no âmbito da 24ª Feira Mostra do concelho de Mação, teve lugar a apresentação pública do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) e lar residencial no stand do município, em momento que integrou a assinatura oficial do protocolo entre a autarquia e o CRIA – Centro de Recuperação e Integração de Abrantes, instituição parceira no desenvolvimento deste projeto local e de criação de novas respostas sociais.

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Esta parceria, tal como o projeto em si, já havia sido tornado público pelo município e pela IPSS, sendo que o CAO vai ter capacidade para acolher 20 utentes e o lar vai poder acolher outras duas dezenas de pessoas portadoras de deficiência, reabilitando a autarquia um edifício em espaço nobre no centro histórico da vila, e que serviu durante muitos anos como quartel dos bombeiros locais.

“A Câmara de Mação vai desenvolver este projeto social em parceria com o CRIA, tratando-se da reabilitação do antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários de Mação”, referiu o autarca Vasco Estrela ao mediotejo.net, recordando que este será um investimento da autarquia, no âmbito do PARU com apoio comunitário. O CRIA faz a gestão e prestação de serviços aos utentes, alicerçando o saber cuidar em cerca de 40 anos de trabalho desenvolvido nesta área.

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“É um projeto no qual acreditamos muito. Para além de dar resposta a pessoas com deficiência, relembro que no concelho de Mação há muitos anos que a Câmara de Mação faz transporte destes jovens e menos jovens para Abrantes, para o CRIA, e com o aparecimento desta resposta no concelho esta situação deixará de se verificar”, notou o presidente da Câmara.

A importância deste projeto também é salientada pela autarquia “pela envergadura que tem em termos sociais, económicos, e pela criação de emprego que o mesmo irá representar. Pensamos nós, que é importante e que será estruturante para o nosso concelho”, referiu, acrescentando que se trata ainda de um investimento que vai potenciar o crescimento económico no concelho e ajudar à criação de postos de trabalho.

Publicado por mediotejo.net em Sábado, 1 de Julho de 2017

Em fevereiro deste ano, o CRIA esteve presente em sessão de Assembleia Municipal de Mação, que se realizou no auditório do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, onde foram apresentadas as mais-valias do projeto. José Carlos Veríssimo, Diretor de Respostas Sociais do CRIA, procedeu a uma apresentação de contextualização da instituição e do plano de ação deste projeto, referindo ainda dados de avaliação técnica, nomeadamente quanto a 15 pessoas no concelho de Mação que reúnem condições para serem acolhidas, pois estão em casa porque a instituição CRIA neste momento não consegue dar resposta, tendo mesmo listas de espera.

Também do CRIA, a psicoterapeuta Cátia Silva apresentou algumas das diretrizes que atualmente se pretendem na instalação destas valências, entre as quais referiu que devem ser preferencialmente criadas dentro da comunidade, podendo ser feitas de raiz ou instaladas em edifícios já construídos, procedendo à sua reabilitação; os serviços de enfermagem devem ser feitos nos centros de saúde, fora do edifício; autonomia no acesso a estabelecimentos comerciais; frequentar eventos culturais da comunidade, infraestruturas desportivas, serviços públicos e os parques e jardins. A especialista frisou a importância da localização central como forma de promover a participação ativa na comunidade, integração social, partilha e confiança na vizinhança do lar/centro, acesso autónomo e independente e confiança dos cuidadores na comunidade.

Na altura também o presidente da direção da IPSS reforçou as mais-valias da execução deste projeto, tendo sublinhado que o ministro da tutela ficou satisfeito com a parceria local estabelecida entre as entidades envolvidas, que pretendem dar resposta às necessidades sociais do concelho de Mação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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