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Sábado, Outubro 23, 2021

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Mação | Meio século de estudo da arte rupestre do Tejo em debate no Centro Cultural

Mação assinala este sábado, dia 9 de outubro, o Dia Europeu da Arte Rupestre, com um debate que visa destacar o meio século de estudos de arte rupestre do Tejo, bem como os 21 anos que se assinalam sobre a descoberta do Cavalo no vale do Ocreza. O debate acontece no Centro Cultural Elvino Pereira, a partir das 14h30, envolvendo numa conversa sob o mote “A Arte Rupestre na Bacia do Tejo: 50 anos depois da descoberta – Ciência e Património” vários investigadores e convidados ligados às descobertas e estudo do património arqueológico de Mação e do país.

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Também os 21 anos sobre a descoberta de uma gravura de equídeo paleolítico no rio Ocreza, onde, recentemente, foram descobertas novas gravuras em contexto de sondagens arqueológicas, será tema de conversa sobre o futuro e o potencial desta região afirmando Mação a nível internacional como estância de estudos de arte rupestre.

Este sábado, o debate decorrerá em regime de conversa livre, sem lugar a comunicações, sendo aberto a assistência, uma vez que decorre no auditório Elvino Pereira. A iniciativa será gravada e disponibilizada online, segundo a organização.

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Entre os convidados constam Aida Carvalho, Anabela Borralheiro Pereira, António Carvalho, António Martinho Baptista, Fernando Coimbra, Francisco Henriques, Luiz Oosterbeek, Pedro Cura, Mário Varela Gomes, Mila Simões de Abreu, Pierluigi Rosina, Rosa Varela Gomes, Sara Garcês, Telmo Pereira e Silvério Figueiredo.

Refira-se que foi o Conselho da Europa que instituiu o dia 9 de outubro como sendo o Dia Europeu da Arte Rupestre por proposta da rede CARP, tendo sido comemorado pela primeira vez em 2019.

Este ano, o Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, em colaboração com o Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa, o Instituto Politécnico de Tomar, o Centro de Geociências da Universidade de Coimbra e o Instituto Terra e Memória, preparam uma iniciativa que pretende colocar à conversa diversos investigadores ligados à área e que possam, assim, assinalar meio século de estudos de arte rupestre no rio Tejo.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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