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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Mação | Investigadora do Instituto Terra e Memória aproximou Brasil da arte rupestre do concelho

Sara Garcês, investigadora do Instituto Terra e Memória e coordenadora do Laboratório de Arte Rupestre do Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo de Mação, foi professora convidada da empresa Espaço Arqueologia, sediada em Tubarão, no estado de Santa Catarina, Brasil, tendo-se deslocado no mês de janeiro para uma Aula Magna de Arte e Arqueologia Rupestre.

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A investigadora conduziu a Aula Magna como atividade complementar de encerramento do curso de Pós-Graduação em Arqueologia.

Durante as aulas foram abordados aspetos tecnológicos, metodológicos e estéticos de gravuras e pinturas, a distinção entre datações diretas e indiretas, assim como a cronologia exemplificada dos diferentes momentos da expressão artística durante a Pré-História da Europa, lê-se em nota de imprensa da autarquia.

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A explicação aproximou os alunos a diversos sítios de arte rupestre do Mundo, incluindo o Complexo de Arte Rupestre do Vale do Tejo, tema de sua tese de doutoramento.

Foto: Raquel Schwengber

O curso de formação continuada foi oferecido pela Faculdade Capivari, FUCAP (Capivari de Baixo, SC) em parceria com a Espaço Arqueologia. Além da atuação como docente, a especialista em arte rupestre aplicou metodologias inéditas na região sul do Brasil ao participar no levantamento de gravuras no sítio arqueológico Vista Alta, localizado no município de Capitão Leônidas Marques, no estado do Paraná, pode ler-se na mesma informação enviada ao nosso jornal.

Esta pesquisa de campo teve a duração de duas semanas e está atualmente em fase laboratorial, onde os dados gerados estão a ser processados.

Sara Garcês é doutorada em Quaternário, Materiais e Culturas pela Universidade portuguesa de Trás-os-Montes e Alto Douro, investigadora do Centro de Geociências da Universidade de Coimbra, do Instituto Politécnico de Tomar, do Instituto Terra e Memória em Mação.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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