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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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MAÇÃO: Horta em Carvoeiro dá batata-doce com mais de 3 quilos

De uma horta na aldeia da Galega, freguesia do Carvoeiro, concelho de Mação, saiu uma batata-doce com 3,2 kg, um exemplar que vai dar para satisfazer toda a família de Maria Hermínia Cardoso, de 75 anos. Isto se a conseguir levar ao forno.

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Da horta que amanha e cuida diariamente saem couves, de várias espécies, almeirão, alface, feijão verde, nabiças e batatas, entre elas as doces, mas nunca nada se havia assemelhado, em termos de dimensão.

O portento de batata está exposto no talho da Carmita, espaço comercial situado em Mação e propriedade da filha da dona Hermínia, a quem esta ofereceu a batata-doce, em jeito de surpresa.

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“Sou filha única e a minha mãe mandou-me a batata-doce, como manda sempre outros produtos da horta, mas nunca tinha visto nada assim”, contou ao mediotejo.net Maria do Carmo Francisco, 57 anos, ainda estupefacta com a dimensão invulgar do tubérculo.

“A minha mãe tira sempre batatas da horta duas a três vezes por ano mas, desta vez, viu-se aflita para tirar esta batata da terra”, contou.

“Fiquei maravilhada e decidi mostrar esta batata a toda a gente, aqui no talho. Eu gosto muito de batata-doce mas uma batata deste tamanho é que nunca tinha visto”, disse, divertida.

Com 3 quilos e 200 gramas, este exemplar de batata-doce rivaliza com os fenómenos registados amiúde no concelho do Entroncamento, sendo esta uma autêntica dádiva da natureza para quem aquela horta cuidou e amanhou.

“Ainda não sei se a corte às rodelas, e ainda não sei se a frite ou se a leve ao forno. Ou se a ofereça a alguém. Mas que é uma beleza, é, não acha?”.

FOTO: Joaquim Diogo

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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