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Domingo, Setembro 19, 2021

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Mação | Festival ‘Dobradiça’ aproxima arte contemporânea da população

O festival ‘Dobradiça’, um programa multidisciplinar de arte e cultura contemporânea, já arrancou em Mação. O evento prolonga-se até 5 de agosto e vai decorrer em vários espaços da vila, contando com vários artistas convidados, entre eles Jennifer Wennefer, Ramiro Guerreiro, Sophie Clements, Joy Gregory, Leni Dothan, a par de Miguel Miceli, artista residente.

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Em nota de imprensa, a Câmara de Mação, que apoia este Festival bienal, refere que o evento “Encontros Contemporâneos de Arte traz a Mação vários artistas, de várias áreas”, numa “organização do casal Joana Rosa e Jabulani Maseko, ela arquiteta, ele artista. Vivem em Mação e pensaram nesta forma de celebrar as Artes no interior”. 

O evento de arranque foi um performance de Jennifer Wennefer. O palco foi a desativada Fábrica Mirrado, que ganhou uma nova vida. Continuará a ser palco de outros eventos. Os espetáculos decorrem por vários locais da Vila de Mação ao longo de cinco semanas.

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“No cruzamento entre um tempo, um lugar, um conjunto de artistas e uma comunidade, A dobradiça liga realidades aparentemente distantes e dissolve os limites fictícios, propondo um diálogo entre artistas e público, embebendo-se na paisagem (social, natural, construída e desconstruída) e deixando-se contaminar por ela”, descreve a autarquia, tendo realçado que o programa da bienal “reflete a diversidade da cultura contemporânea”.

“A partir das propostas de artistas de expressões, origens e percursos muito diferentes, cria-se um programa-constelação, vibrante e diverso, pensado para um público heterogéneo”, sendo o seu propósito o de “encurtar distâncias e contrariar assimetrias, em estreita relação com o território e as pessoas que o habitam”.

O evento, cujo programa pode consultar AQUI, é de acesso livre, para eliminar todas as barreiras possíveis entre o público e aquilo que se apresenta, facilitando o movimento, a fluidez e a abertura.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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