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Domingo, Outubro 24, 2021

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Mação | Escultura de Sandra Borges em exposição na Galeria do Centro Cultural

A artista Sandra Borges inaugurou a sua exposição de escultura “Ouve-me – Vê-me – Pensa-me” na Galeria do CC Elvino Pereira, que estará patente de 9 de outubro a 30 de novembro, podendo ser visitada nos dias úteis, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

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Trata-se de uma exposição inspirada “na economia de meios visuais empregues pelos artistas de cartoon como Quino e Mordillo na comunicação de uma ideia ou discurso”, sendo que se baseia nos emojis, forma de expressão e comunicação recente, para moldar o rosto humano no sentido de apresentar determinada emoção ou intenção.

“A intenção é a de criar um contexto onde a escultura apresenta ao observador um determinado conceito ou discurso que pode ser interpretado de diferentes formas pelo observador, embora balizado pelo pathos representado. Estes vários níveis de significação provêm tanto da relação do objeto com o espaço, de como é disposto ou apresentado, mas também pela interpretação da expressão facial, forma de comunicação não verbal que é tão necessária ao ser humano ao ponto de ter havido a necessidade de criar um léxico específico para preencher as lacunas da escrita nas interações quotidianas atuais”, pode ler-se em informação da autora.

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Sandra Borges, nasceu em Lisboa em 1979, sendo uma artista cujo trabalho está centrado nas relações humanas. Embora tenha passado por várias experiências formais na busca de uma linguagem própria, a preocupação base mantém-se: partindo da observação dos comportamentos do quotidiano, a escultora procura as características que definem a identidade cultural e individual e em como o balanço entre estas duas facetas é integral para a definição de uma personalidade.

Trabalha essencialmente com pedra portuguesa, podendo, sempre que a obra o exige, utilizar outros materiais e técnicas, como metal, cerâmica ou acrílico.

As obras de arte da artista têm um toque muito pessoal onde podemos encontrar a tradição da escultura em pedra com outros materiais e linguagens plásticas.

Expõe desde 2004, tendo obra representada tanto em Portugal como no estrangeiro.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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