Segunda-feira, Março 1, 2021
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Mação | “Era uma vez…”, de Paulo Sousa patente até final de maio no Centro Cultural Elvino Pereira

Mação tem patente a exposição de fotografia “Era uma vez…”, de Paulo Sousa até dia 31 de maio, na Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira.

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A exposição “Era uma vez…” convida os visitantes a conhecer estórias que o autor procura
contar e gerar em quem vê as fotografias a capacidade de as interpretar e reinventar, criando novas estórias sobre estórias sugeridas. E fica o desafio de que “este ‘Era uma vez…’ resulte no despertar de um novo impulso e nos devolva o universo infantil. Que nos permita o regresso à pureza dos olhares. Como um desafio supremo à nossa capacidade de conseguirmos recriar todas as coisas já criadas”.

Paulo Sousa nasceu no Sardoal em 1964. É licenciado em Fotografia e trabalha como coordenador técnico na área da cultura e turismo na Câmara Municipal de Sardoal. Nesta autarquia assume também tudo o que está relacionado com a fotografia, incluindo a edição fotográfica e a fotografia do boletim “O Sardoal”.

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Mação tem patente a exposição de fotografia “Era uma vez…”, de Paulo Sousa até 31 de maio 2019, na Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira. Créditos: CMM

De entre as várias formações salienta o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho, do jornal «Expresso » (Observatório de Imprensa). Em 2009, foi distinguido, com o galardão «Cultura», pelo seu percurso fotográfico, pela rádio Antena Livre de Abrantes, na sua VI Gala. É formador de fotografia (com CAP – certificado de aptidão profissional).

Tem trabalhos publicados em livros e revistas da especialidade em Portugal e no estrangeiro e ao longo do seu percurso obteve largas dezenas de prémios entre os quais um violino usado e autografado pela artista coreana, Vanessa Mae, dado pelas mãos da própria, em 1996, em virtude do seu 1º prémio do Concurso Nacional de Fotografia promovido pela RFM.

Arrecadou o 1.º lugar no Concurso de Fotografia do Município de Mação em 2017. Paulo Sousa venceu, também em 2017, o Prémio Literário da Médio Tejo Edições, 2017, na categoria não-ficção com o ensaio fotográfico “O Arneiro”, trabalho que está publicado em livro pela mesma editora.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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