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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Mação e Monchique em risco “muito elevado” de incêndio – IPMA

Os concelhos de Mação e Monchique, nos distritos de Santarém e de Faro, respetivamente, apresentam hoje risco “Muito Elevado” de incêndio, segundo informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), enquanto outros 27 concelhos, sobretudo do centro e sul do país, encontram-se com risco “Elevado”.

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De acordo com o IPMA, Abrantes, Sardoal, Mação, Gavião, Vila de Rei, Proença à Nova, Oleiros, Pampilhosa da Serra, Arganil e Vila Velha de Rodão, concelhos do centro de Portugal, estão com “risco moderado” de incêndio.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre “reduzido” e “máximo”.

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O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O vento será fraco, soprando moderado de noroeste no litoral oeste, em especial a sul do Cabo Carvoeiro, a partir do início da tarde. Para hoje, o IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se temporariamente muito nublado, e com neblina ou nevoeiro, até ao meio da manhã no litoral a norte do Cabo da Roca, aumentando a nebulosidade por nuvens altas a partir da tarde.

O instituto prevê para hoje também uma pequena subida de temperatura.

Nos Açores, o IPMA prevê para o conjunto das nove ilhas céu geralmente pouco nublado, enquanto para a Madeira é estimado, igualmente, céu geralmente pouco nublado, aumentando de nebulosidade para o final do dia e vento fraco

Quanto às temperaturas, em Lisboa vão oscilar entre 18 e 33 graus Celsius, no Porto entre 15 e 24, em Vila Real entre 14 e 32, em Viseu entre 15 e 30, na Guarda entre 16 e 28, em Bragança entre 14 e 32, em Coimbra entre 14 e 31, em Castelo Branco entre 18 e 35, em Santarém entre 15 e 35, em Évora e Beja entre 18 e 38, em Faro entre 20 e 31, no Funchal entre 20 e 26, em Ponta Delgada entre 14 e 21, Angra do Heroísmo e Santa Cruz das Flores entre 14 e 20.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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