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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Mação | Duarte Marques (PSD) reeleito presidente da Comissão para as Diásporas do Conselho da Europa

O deputado Duarte Marques (PSD), natural de Mação e eleito pelo distrito de Santarém, que recentemente foi Relator do Conselho da Europa para “Uma reforma mais humanitária da resposta europeia à crise dos refugiados”, foi hoje reeleito em Estrasburgo, França, como Presidente da Comissão para as Diásporas do Conselho da Europa.

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Ao assumir a liderança pelo segundo ano consecutivo desta Sub-Comissão da Comissão das Migrações, Refugiados e Pessoas Deslocadas, o deputado do PSD assume também a coordenação política da Plataforma para as Políticas da Diáspora que nasceu precisamente há dois anos, em Lisboa.

Esta Plataforma junta representantes dos Parlamentos Nacionais dos 47 Estados-Membros com Associações, ONGS ou Plataforma representativas das Diásporas presentes nestes países (num total de 170 organizações) e juntou o ano passado em Kiev decisores políticos e representantes das Diásporas dos 47 países, onde Duarte Marques foi eleito pela primeira vez Presidente da Comissão para as Diásporas do Conselho da Europa.

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O “Diáspora Network” vai atribuir em 2019 o primeiro Prémio Europeu da Diáspora que visa premiar a associação de diáspora, criada num dos Estados-membros do Conselho da Europa, com as melhores práticas e projectos que visem apoiar a integração dos membros da diáspora em países de acolhimento mas também o desenvolvimento de laços e fornecimento suporte aos países de origem.

A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa é constituída por 642 representantes das forças políticas dos 47 Estados membros, tanto as que estão no poder como as que estão na oposição. Reuniu-se pela primeira vez a 10 de agosto de 1949 e pode ser considerada a mais antiga assembleia parlamentar baseada num tratado internacional com composição pluralista baseda em membros de parlamentos democraticamente eleitos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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