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Sábado, Dezembro 4, 2021
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Mação | Dia Internacional dos Museus com desafios à comunidade

Assinala-se esta terça-feira, dia 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus, e como tal o Município de Mação através do Museu de Arte Pré-histórica e do Sagrado no Vale do Tejo lança três desafios à comunidade, que decorrem ao longo do dia entre o Museu da vila, o recente Núcleo Museológico de Ortiga e as gravuras de Cobragança. Todas as iniciativas são gratuitas, mas carecem de inscrição.

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Este ano, com o tema “O futuro dos Museus: recuperar e re-imaginar”, o programa começa com a sugestão de uma visita ao Museu com experimentação da nova experiência de Realidade Virtual. Entre as 9h00 e as 17h00, poderá mergulhar-se numa das rochas do complexo de arte rupestre do Tejo que ficou submersa em 1971 com a construção da barragem do Fratel.

Já para o período da tarde, entre as 14h00 e as 18h00, o programa convida a visitar o Núcleo Museológico de Ortiga, dedicado às artes da pesca e ao rio Tejo, bem como ao saber-fazer e à identidade da freguesia ribeirinha de Ortiga.

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Para fechar o dia, é feito desafio para embarcar numa visita noturna às gravuras de Cobragança, que inclui uma caminhada de cerca de 3 km e visita guiada. O ponto de encontro é no Largo do Museu, e todos os participantes deverão ir munidos de colete refletor e lanterna. As inscrições para esta caminhada são limitadas a 20 pessoas.

Para inscrições ou qualquer informação deve contactar-se o Museu de Mação, através do email museu@cm-macao.pt ou telefone 241 571 477.

“Comemore connosco este dia importante para estes espaços únicos que são os museus, por tudo o que representam para a história, para a memória, para o futuro de todos nós, de cada região”, refere a autarquia, em jeito de convite.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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