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Quarta-feira, Setembro 22, 2021

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Mação | Da pintura abstrata de Mário Tavares Dias à escultura de Adélia Martins em exposição

A Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira vai ser palco da exposição conjunta de pintura, desenho e escultura pelas mãos de Adélia Martins e Mário Tavares Dias. A inauguração terá lugar este sábado, às 16:00. A exposição estará patente até final de julho.

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Segundo a autarquia, esta iniciativa junta a arte da escultura de Adélia Martins à pintura abstrata de Mário Tavares Dias.

“Professora de Educação Visual e Tecnológica na reforma, Adélia Martins manteve o “bichinho” da escultura adormecido desde a faculdade. Com a simplicidade da matéria-prima escolhida pretende «provocar as pessoas», mostrando que «as mãos e os pés» bastam para se criar algo”, refere-se em nota de imprensa.

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Adélia Martins fitou, certo dia, rolos de arame que sobravam do acondicionamento dos fardos de palha, e decidiu reutilizá-los.

Por sua vez, Mário Tavares Dias nasceu a 27 de Dezembro de 1946 no lugar de Chaveira, freguesia de Cardigos, concelho de Mação. Estudou no colégio D. Pedro V em Mação e na Faculdade de Direito de Lisboa, por onde é licenciado.

Participou em diversos cursos, desde iniciação às artes, promovidos pela Culturgeste, de azulejo e pintura, promovidos pelos Serviços Sociais da Caixa Geral de Depósitos.

Sobre a sua arte, Mário Tavares Dias cita um texto adaptado de Claude Debussy que diz que “não há teoria para pintar. O prazer é a única coisa fundamental na pintura. Pinto sempre como tivesse sido atacado pela raiva, como quem sabe que já não vai estar vivo amanhã de manhã”.

Já expôs em diversos locais desde 2004, quer em exposições individuais, quer em coletivas.

Foi premiado em 2005 com menção honrosa na II Bienal de Artes de Mafra e foi selecionado na VIII Bienal de Montijo.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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