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Mação | Confraria do Vinho da Chave Dourada promove volta ao concelho

A Confraria do Vinho da Chave Dourada de Mação promove este sábado uma visita guiada a vários pontos de interesse cultural e turístico do concelho de Mação, com chekpoints em tasquinhas de aldeias típicas para degustação de especialidades gastronómicas, anunciou a Confraria.

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Durante o périplo, que principia às 9:30 e termina ao jantar, também não faltarão muitas histórias “sobre os Celtas, os Lobisomens, o fundador da revista científica “Brotéria” e um Conjurado cruel do Concelho de Mação, ao qual devemos a independência de Portugal em 1640, entre outras histórias fantásticas e insólitas que povoam o imaginário das nossas gentes”, destaca a Confraria do Vinho da Chave Dourada na sua página na internet.

Terminará com Jantar no Jardim Municipal de Mação, onde não faltará uma prova do néctar Vinho da Chave Dourada da Adega Vale da Má Tempra, Penhascoso, Mação. O circuito pelo concelho será efetuado em autocarro, começa em Mação, e desenrola-se pelo norte do concelho, incluindo povoações como Chão de Codes, Cabo, Mesão Frio, Cardigos, Vales, Colos, Amêndoa, Castelo, entre outras.

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O vinho “Chave Dourada”, vinho licoroso secularmente produzido em Mação esteve em vias de extinção desde as invasões francesas, tendo ganho recentemente uma nova visibilidade e dinâmica através da vontade de produtores locais, da autarquia e da própria Confraria do Vinho da Chave Dourada.

Preservado e produzido hoje em dia por um reduzido número de produtores que limitam o seu consumo à família e a um círculo restrito de amigos, sem círculo comercial, a sua “fórmula secreta” de fabrico tem passado de geração em geração por algumas famílias de Mação que insistem em não deixar morrer esta tradição.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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