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Segunda-feira, Agosto 2, 2021

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Mação: Colóquio iberoamericano debate arqueologia e património esta terça

O Museu de Arte Pré-Histórica de Mação recebe esta terça-feira, dia 8 de março, o último dos três dias do Colóquio Iberoamericano “Arqueologia e Património face às Mudanças Globais” que já passou por Tomar e Lisboa.

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Em Mação, a Sala Polivalente do Museu vai acolher especialistas e interessados nestas áreas em debate, vindos de vários pontos do mundo.

Recorde-se que Mação e Coimbra coordenam todas as atividades que decorrem em Portugal, durante este ano de 2016, no âmbito do Ano Internacional do Entendimento Global (IYGU) sendo estas Jornadas integrantes desse programa.

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Luiz Oosterbeek, membro coordenador da iniciativa refere que o grande propósito do IYGU “é a promoção de um melhor entendimento sobre o impacto global das ações locais, para estimular políticas inovadoras que respondam aos desafios globais, como as mudanças climáticas, a segurança alimentar ou as migrações”, sublinhando que o foco principal das atividades a decorrer em 2016 será o de “perceber como integrar os conhecimentos científicos nos estilos de vida, tornando-os mais sustentáveis”, a par de projetos de investigação, programas educativos e campanhas de informação.

“O IYGU é um ano de grande reflexão mundial para pensar o que correu mal, em termos de sustentabilidade global, e o que se pretende é que toda a sociedade discuta e perceba melhor o que está em causa, apontando e definindo caminhos”.

As Jornadas apresentam conferências Luso-Brasileiras para debate de Direitos Humanos na Sociedade da Informação e a Arqueologia e o Património face às mudanças globais tendo, em Mação, a apresentação de dois grandes temas: Fronteiras e Migrações e Coleções de Arqueologia.

Temas como o tráfico de antiguidades, direitos culturais e posse privada dos bens da antiguidade, além de debates sobre matrizes sociais, paisagens culturais, gestão integrada dos territórios, e métodos e desafios para a sustentabilidade local e o entendimento Global fazem parte do Colóquio Iberoamericano.

Os trabalhos encerram com a apresentação de uma Proposta de um novo quadro jurídico pelo Mestre Henrique Mourão, Doutorando da Universidade de Córdoba, representante do Instituto Terra e Memória, Comissão de Direitos Difusos e Gestão Integrada do Território da OAB de Minas Gerais.

Programa do dia 8 de março, em Mação:

9h00 – Abertura
Presidente da Câmara Municipal de Mação, Dr. Vasco Estrela
Presidente do Instituto Politécnico de Tomar, Prof. Dr. Eugénio Pina de Almeida
Vice-Presidente do Instituto Terra e Memória, Dr. José António Almeida
Presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB de Minas Gerais, Dr. Mário Werneck
Presidente da Comissão de Direitos Difusos e Gestão Integrada do Território da OAB de Minas Gerais e Diretor Executivo do Instituto Terra e Memória Brasil, Dr. Henrique Mourão
Pró-Presidente do Instituto Politécnico de Tomar, Prof. Dr. Luiz Oosterbeek

10h00 – FRONTEIRAS E MIGRAÇÕES. Sessão 1
Fronteiras e mobilidade no Sul do Brasil | Prof. Doutora Maria Medianeira Padoin, Universidade Federal de Santa Maria
A Geomorfologia como condicionante das fronteiras | Prof. Doutor Pierluigi Rosina, Instituto Politécnico de Tomar, ITM, CGEO
Migrações pré-históricas de grupos horticultores na Bacia Platina | André Luís Ramos Soares, Universidade Federal de Santa Maria

11h00 – Pausa

11h30 – FRONTEIRAS E MIGRAÇÕES. Sessão 2
Mobilidade, ocupação territorial e gestão de recursos na Pré-História Antiga do Médio Tejo | Sara Cura, Pedro Cura, Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, ITM, CGEO
Mobilidade e paleoeconomia durante a neolitização da Bacia do Tejo: algumas considerações | Nelson Almeida, Instituto Terra e Memória, UTAD, CGEO
Mobilidade e arte rupestre na bacia do Tejo | Sara Garcês, Instituto Terra e Memória, UTAD, CGEO
Disponibilidade e captação de matérias-primas para a produção de pigmentos da Arte Rupestre | Hugo Gomes, Instituto Terra e Memória, CGEO
Debate

13h00 – Almoço

14h30 – FRONTEIRAS E MIGRAÇÕES. Sessão 3
Arqueologia Entre Rios, do Urussanga ao Mampituba: territórios e territorialidades no Extremo Sul Catarinense, Santa Catarina, Brasil | Prof. Doutor Juliano Bitencourt Campos, Prof. Doutorando Marcos César Pereira Santos, UNESC
Fronteiras, territorialidade e movimentos migratórios: tecnologia cerâmica e industria lítica num território em disputa, na Bacia do Jamari – Rondônia | Prof. Doutor Valdir Luiz Schwengber, Espaço Arqueologia, UNISUL Fronteiras em movimentos migratórios: tecnologias ou pessoas na mobilidade Guarani? | Mestre Jedson F. Cerezer, ITM, UTAD, CGEO, FCT, Espaço Arqueologia
Mobilidade e storymaps do Médio Tejo | Rita Ferreira Anastácio, Luiz Oosterbeek, Instituto Politécnico de Tomar, ITM, CGEO
Debate

16h00 – Pausa

16h20 – COLEÇÕES DE ARQUEOLOGIA: PÚBLICO VS. PRIVADO. Sessão 1
Importância e limites das coleções privadas | Prof. Doutor Davide Delfino, Câmara Municipal de Abrantes, Instituto Terra e Memória, CGEO O ponto de vista do colecionador | José Morgado Henriques, Papelaria Fernandes
A propriedade de bens culturais sacros: um estudo de caso sobre os santos barrocos da Igreja Matriz de Santa Luzia MG | Mestre Mário Werneck, Comissão de Direito Ambiental da OAB de Minas Gerais Conhecimento em construção – Projeto EPA | Elaine Ignácio

17h50 – Pausa

18h00 – COLEÇÕES DE ARQUEOLOGIA: PÚBLICO VS. PRIVADO. Sessão 2
The acidental antiquities lawyer: cultural property conflicts and concerns for private attorneys in the United States in a continuing era of migrating peoples and estates | Russell Doncouse
Proposta de um novo quadro jurídico | Mestre Henrique Mourão, Doutorando da Universidade de Córdoba, Instituto Terra e Memória, Comissão de Direitos Difusos e Gestão Integrada do Território da OAB de Minas Gerais
Debate final

19h00 – Encerramento

Entrou no mundo do jornalismo há cerca de 13 anos pelo gosto de informar o público sobre o que acontece e dar a conhecer histórias e projetos interessantes. Acredita numa sociedade informada e com valores. Tem 35 anos, já plantou uma árvore e tem três filhos. Só lhe falta escrever um livro.

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