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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Mação | Casa mortuária e espaço de memória e cultura serão realidade em Carvoeiro

Pretensão há muito conhecida da comunidade da freguesia de Carvoeiro, está agora a dar-se os primeiros passos para concretização da casa mortuária e de um espaço de memória e cultura. Em Assembleia Municipal, reunida em sessão extraordinária, foi aprovada a autorização para que os serviços técnicos da Câmara de Mação possam dar seguimento ao pedido de apoio da Junta de Freguesia, no sentido de começar a produzir os projetos de execução das duas obras. A atribuição deste apoio foi aprovada por unanimidade.

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O ponto referia-se a pedido de apoio da Junta de Freguesia de Carvoeiro, tendo o presidente da Câmara, Vasco Estrela, dado conta de que estaria em causa a “elaboração de projeto para construção de capela mortuária e outro para espaço de memória e cultura na freguesia”

Projetos que a autarquia conta “serem elaborados pelos serviços técnicos da Câmara” e que “vão ocupar tempo e alguns recursos logísticos”.

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“Pedíamos autorização à Assembleia Municipal para que os serviços possam começar em conjunto com a Junta de freguesia a elaborar os projetos”, disse, frisando que são “há tantos e tantos anos são reclamados por aquela população e têm feito parte das conversas e ideias que se passam pela freguesia”.

Posteriormente serão apresentados mais detalhes, nomeadamente quanto a orçamentos e aos projetos.

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José António Almeida (PSD) disse concordar na totalidade com o apoio, relevando duas dimensões importantes, “o culto dos mortos e a dimensão cultural”.

“Como a Junta de freguesia não tem condições técnicas para o fazer e a Câmara tem, parece-nos do mais elementar bom senso que este apoio se concretize”, justificou o social democrata.

Também a oposição manifestou acordo.

Carla Loureiro (PS) interveio, referindo que na sequência da remodelação e ampliação do cemitério, a construção da casa mortuária deveria ter sido feita logo de seguida.

“Estamos de acordo com a sua execução e que se faça um projeto bonito, que vá ao encontro daquilo que as pessoas queiram”, concluiu.

O ponto mereceu a aprovação por unanimidade.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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