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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Mação | Câmara acusa Águas de Lisboa e Vale do Tejo de incumprimento de contrato de concessão

O assunto foi falado em reunião de Câmara, mas Vasco Estrela (PSD), presidente da CM Mação, confirmou em declarações à comunicação social que a Águas de Lisboa e Vale do Tejo não está a cumprir com o devido e estipulado em contrato. Em causa estão atrasos nas obras previstas no contrato de concessão, nomeadamente ETARs em várias localidades, bem como dívida pelo usufruto de infraestruturas e instalações, havendo neste ponto um diferendo quanto ao valor efetivo.

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O autarca explicou que se trata de “um conjunto de investimentos que ainda estão por fazer e que estão incluídos no contrato de concessão (…) neste caso concreto, de ETARs de uma série de localidades do concelho, e que desde 2010, estavam previstas ser feitas. Passados oito anos, ainda não o foram”, contextualizou.

“Temos tentado persuadir esta empresa a cumprir o que está estabelecido, porque a CM Mação também tem cumprido na íntegra as suas obrigações”, afirmou o autarca social-democrata.

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Vasco Estrela lembrou ainda que estão em causa situações que poderão levar a danos ambientais, reconhecendo que a situação mais problemática era referente a Ortiga, cuja nova ETAR “já está em construção e prevê-se que até final de 2018 ou início de 2019 já esteja resolvido”.

Porém, muitos outros casos estão por resolver e com problemas ambientais que carecem de resolução, caso de Cardigos, Carvoeiro, Envendos, São José das Matas, Aboboreira, Penhascoso, enumerou o edil, frisando que “[a Câmara sensibilizou] as entidades competentes para esta situação e para os problemas que poderá acarretar”.

ETAR de Envendos é um dos exemplos que carece de intervenção urgente, dado o estado em que se encontra, e que pode acarretar problemas ambientais de maior. Foto: DR

Quanto ao valor em dívida por parte da Águas de Lisboa e Vale do Tejo, o autarca explicou tendo em conta que “todas as ETARs são propriedade da CMM e neste momento estamos a pagar o serviço que é prestado, que é tratarem dos efluentes, nas nossas instalações”, explicou, adiantando que “aquilo que a Câmara entregou à entidade [no que toca a infraestruturas], do nosso ponto de vista, vale 3 milhões de euros, mas do ponto de vista da entidade vale 900 mil euros. Temos uma diferença grande, mas temos de chegar a um entendimento”, reiterou.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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