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Segunda-feira, Setembro 20, 2021

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Mação | Bicentenária Feira dos Santos de regresso à vila

Uma tradição com mais de 200 anos e que o concelho faz por cumprir ano após ano, a tradicional Feira dos Santos volta a realizar-se no dia 1 de novembro, esta quinta-feira, no Dia de Todos os Santos. O evento atrai visitantes da região, oferecendo uma grande variedade de produtos, que vão do artesanato, aos hortofrutícolas, utensílios de cozinha, jardinagem ou agricultura e produtos típicos da gastronomia local, nomeadamente bolos e broas da época e frutos secos.

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A Feira dos Santos, criada em 1800, é a mais antiga do concelho e uma das mais conhecidas da região, sobretudo pela variedade de produtos que ali se podem comprar.

O certame continuará a ter espaços distintos, estando a oferta instalada pelas várias ruas da vila. Segundo a CM Mação, junto ao Jardim Municipal vão vender-se cereais, frutos secos e cestos de vime; já no centro histórico, estarão em destaque as latoarias, as árvores de frutos, as flores, os queijos, os oleados, os panos para a apanha da azeitona e outros utensílios para fins agrícolas.

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Na parte mais nova da vila, no Largo da Feira, tem lugar a feira em jeito de mercado, com vestuário e calçado, enquanto que no Largo dos Bombeiros Voluntários de Mação estarão à venda e expostos utensílios agrícolas, tratores e outros acessórios similares.

Junto ao Largo dos Combatentes, perto da Câmara Municipal e do Cineteatro maçaenses, haverá “recriação de um mercado à moda antiga, numa tenda montada para o efeito” com bancas da responsabilidade das associações, Instituições de Solidariedade Social e escolas, apresentando produtos caseiros, artesanais e agrícolas, e ligando o percurso da feira, dividido em vários pontos. Aqui é costume encontrar-se à venda os tradicionais Bolos dos Santos, broinhas, pão caseiro, legumes e ervas aromáticas, entre outros.

E com as temperaturas a baixar e o outono a tornar-se mais evidente, não estranhe se pairar no ar o cheiro a castanhas assadas por entre a animação ao longo do dia.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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