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Mação | Associação Rotas de Mação formalmente constituída após escritura pública

A Associação Rotas de Mação foi oficialmente constituída no dia 22 de dezembro, por escritura pública. No ato formal, realizado em cartório notarial de Vila de Rei, a ARM – Associação Rotas de Mação prossegue na sua missão de valorização, promoção e preservação do território e património maçaenses, com um plano de ação assente em estatutos próprios e funcionando de forma autónoma.

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A escritura pública foi levada a cabo na presença da notária Conceição Ribeiro, em Vila de Rei, tendo estado presentes Carmelinda Marques (a quem coube a assinatura de abertura do ato), Rui Moleiro, Jorge Lemos e Leonel Mourato, membros fundadores das Rotas de Mação e voluntários no grupo que deu os primeiros passos para homologar percursos pedestres no concelho, abrindo as portas deste ao mundo e ligando e unificando o território de Mação, freguesia a freguesia.

Foto: ARM

A ação da ARM está assente na vertente patrimonial, a base para os estatutos que têm por objeto social e objetivos “conciliar a conservação do património natural, material e imaterial e o desenvolvimento sustentável socioeconómico da população e do concelho de Mação; melhorar e gerir as estruturas de apoio ao visitante do concelho de Mação; comunicar os valores do concelho de Mação, disponibilizando informação e apoiando a sua visitação; fomentar e apoiar ações inovadoras que sejam geradoras de emprego, qualificadoras do território do concelho de Mação e contribuam para a fixação e desenvolvimento da sua população; identificar e criar serviços e produtos de qualidade, como marca diferenciadora do território; gerir as infraestruturas que lhe sejam cedidas ou por si criadas”.

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“Contribuir para a proteção, valorização e dinamização do património natural e cultural, com especial ênfase no património geológico, numa perspetiva de aprofundamento e divulgação do conhecimento científico, fomentando o turismo e o desenvolvimento sustentável do território do concelho de Mação” é a principal missão da ARM, fundada e dinamizada por “Filhos de Mação”.

Alguns dos membros dos órgãos sociais da ARM para o quadriénio 2021-2025. Foto: mediotejo.net

A ambição da Associação é “ser reconhecida como uma entidade de excelência e de referência pela comunidade local, regional, nacional e internacional, enquanto promotora do desenvolvimento económico sustentável da região”, assente em valores como “proteção do ambiente; desenvolvimento sustentável; qualidade dos serviços; equidade e igualdade de tratamento dos utilizadores; competência técnica e profissionalismo; inovação; trabalho de equipa e em rede; responsabilidade ambiental”.

“Somos muito mais que um grupo de caminhadas e de caminhantes. Somos um projeto económico para Mação. Pedimos que acreditem em nós. Somos todos filhos de Mação”, refere a associação.

Foto: Leonel Mourato

Recorde-se que o primeiro ato formal da associação, na altura ainda em constituição, realizou-se a 3 de outubro, com a tomada de posse dos órgãos sociais do grupo “Rotas de Mação”. Este foi um dos primeiros passos para que se torne numa associação autónoma, tendo como objetivo divulgar, dinamizar e preservar o património natural, cultural, histórico e social do concelho de Mação.

Leonel Mourato, natural de Ortiga, impulsionador do grupo de voluntários promotor das Rotas de Mação e presidente da direção da Associação Rotas de Mação. Foto: Joana Rita Santos/mediotejo.net

As “Rotas de Mação” são um projeto do povo de Mação, nascido na sociedade civil em 2018 e fruto do espírito e trabalho que envolveu o ortiguense Leonel Mourato e, por consequência, mais de 40 elementos do grupo de trabalho que se mantêm ativos até aos dias de hoje.

Pode acompanhar todas as novidades através do site www.rotasdemacao.pt e nas redes sociais.

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Joana Rita Santos
Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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