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Domingo, Julho 25, 2021

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Mação assinala 50 Anos de pintura de Mário Tropa

Este sábado, dia 4 de junho, Mação vai acolher uma Exposição muito especial que marca os 50 anos de carreira de Mário Tropa. Intitulada “Fragmentos de um discurso interior”, a Exposição fará uma mostra do trabalho do artista ao longo das últimas 5 décadas.

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A inauguração da Exposição terá lugar sábado, dia 4 de junho, às 16h00, na Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira, em Mação.

Após a inauguração terá lugar, às 18h00, um Concerto comemorativo dos 50 anos de carreira de Mário Tropa com o grupo Vórtice Project, um grupo musical do Conservatório de Música de Santarém, constituído por 3 Guitarras Portuguesas, Viola Dedilhada, Acordeão e Violino. O Concerto terá lugar no Auditório do Centro Cultural Elvino Pereira.

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Mário Tropa nasceu em Lisboa em 1941. É licenciado em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa tendo sido Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian nos anos 1965 a 1967. Foi Professor de Desenho em Santarém de 1967 a 1990 e, depois, Professor de Pintura e de Gravura, do Curso de Artes Plásticas da Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha, do Instituto Politécnico de Leiria de 1990 a 2003. Realizou e participou em exposições individuais e coletivas desde 1966. Está representado em coleções públicas e privadas no país e no estrangeiro. Vive e trabalha em Santarém e Castelo (Mação).

Destaque, ainda, para “À Conversa com…”  de 24 de junho de 2016 que terá Mário Tropa como convidado sob o tema “Surrealismo e Nova Figuração”. Mário Tropa foi, inclusivamente, o grande impulsionador deste projeto de cultura e história local em colaboração com a Biblioteca Municipal de Mação tendo o Município de Mação abraçado a ideia e o projeto que está a completar dois anos e que traz aos maçaenses conversas sobre diversas temáticas, sempre na última sexta-feira de cada mês, no Auditório do Centro Cultural Elvino Pereira.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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