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Sábado, Julho 24, 2021

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Trincanela

Mação acolhe debate vivo sobre desafios e oportunidades da atividade empresarial

Foi um debate muito participado e ainda mais vivo na sua dinâmica aquele que a Associação Comercial e Empresarial (ACE) dos concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal, Mação e Vila de Rei realizou esta semana em Mação subordinado ao tema “Atividade Empresarial em Mação: desafios e oportunidades”.

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Este foi o terceiro de um ciclo de debates (depois de Abrantes e Sardoal) que têm como objetivo juntar à mesa comerciantes, empresários e personalidades representativas do tecido empresarial e das instituições com responsabilidades locais para discutirem o posicionamento e as perspetivas de futuro para as empresas da região.

Num restaurante de Mação, foram cerca de 80 os empresários, gestores e autarcas que colocaram as mais variadas questões, dúvidas, propostas e até sugestões para o desenvolvimento e afirmação do concelho de Mação, tendo manifestado a preocupação da integração territorial numa lógica de crescimento supramunicipal.

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MAÇÃO2Vasco Estrela, presidente da Câmara de Mação, falou das mais valias do debate, lembrou algumas das oportunidades de investimento no município, como a floresta, o potencial do Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, com estudantes de todo o mundo a viverem no concelho, os produtos endógenos e a Marca Mação, por exemplo, tendo destacado também o trabalho e a aposta da autarquia em vários domínios, como os apoios em termos de taxas fiscais, o apoio aos estudantes, às famílias, e aos idosos, sem deixar de ressalvar que não compete à Câmara resolver e fazer tudo.

Como principais ameaças ao futuro do concelho surgem as questões ligadas à floresta, um bem que tanto pode gerar riqueza ao nível da biomassa e outros, como não gerar riqueza alguma, em caso de um incêndio de grandes dimensões e se não houver programa de âmbito nacional que possa ajudar a resolver o problema, mas também a desertificação em curso, um flagelo que extravasa o território de Mação mas que ali se faz sentir de forma preocupante.

Em Mação não há varinhas mágicas para revolver estes problemas de âmbito nacional, observou Estrela, tendo, no entanto, apelado a um arregaçar de mangas a todos os maçaenses, residentes e ausentes, para fazer do concelho um território mais rico e mais próspero.

“Não podemos estar a contar que venham as pessoas de Lisboa ou de outro lado qualquer resolver os nossos problemas. Temos de ser nós a fazê-lo”, apelou.

Nesse sentido, o autarca lembrou o investimento recente feito pela autarquia na aquisição de terrenos em zona industrial para um ninho de empresas, a custos muito acessíveis para quem queira investir, e o Plano Estratégico recentemente aprovado para “perspetivar caminhos e construir caminhos de desenvolvimento”.

MAÇÃO3O debate foi muito rico na sua essência, inclusive já com ideias na mesa para abrir uma Loja de produtos locais no Rio de Janeiro, no Brasil, tendo o moderador da sessão colocado um ponto final no mesmo muito perto da meia-noite, tendo observado que Mação justificava ter mais dois ou três debates similares, tal o nível evidenciado.

Motivo de satisfação para os responsáveis da ACE, entidade que conta com cerca de 650 associados nos concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal, Mação e Vila de Rei.

A sessão contou ainda com a presença de responsáveis associativos e outras entidades, como António Louro, presidente da Direção da Aflomação, Augusto Nogueira, Coordenador da ETL do Pinhal Maior, Joaquim Dias, Industrial de Charcutaria em Mação, e Joaquim Serras – Presidente da Direção da ACE.

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A moderação do debate também esteve em bom plano, sendo da responsabilidade do empresário António Paulo – presidente da Mesa da Assembleia Geral da ACE.

O próximo debate deverá realizar-se em Constância, em data a designar.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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