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Mação | A Guerra Colonial e o 25 de Abril em conversa com António Garcia Correia

Este mês o espaço “À Conversa com…” decorre excecionalmente a uma quinta-feira de tarde. No dia 25 de abril, às 16h00, Mação recebe o Coronel António Garcia Correia para uma conversa sobre “A Guerra Colonial e o 25 de abril”, no Auditório do CC Elvino Pereira. A abrir a conversa terá lugar um concerto pelo Grupo Coral da Sociedade Filarmónica União Maçaense.

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A conversa abordará as suas comissões em Moçambique (1966/67) e Angola (1970/71;1972/73), as movimentações de desagrado dos Capitães do Quadro Permanente face ao Decreto- Lei 353/73 relativo às carreiras dos Oficiais do Exército, origem do “Movimento dos Capitães” e génese do 25 de Abril de 1974, estas, entre outras, serão algumas das questões que o Coronel António Garcia Correia abordará nesta sessão.

António Manuel Garcia Correia, Coronel Tirocinado de Cavalaria (Reforma) é natural de Sobral de Monte Agraço onde nasceu em setembro de 1939. Tem o Curso de Cavalaria da Academia Militar (Licenciatura em Ciências Militares), o Curso Geral de Comando e Estado-Maior no I.A.E.M. e o Curso Superior de Comando e Direção no I.A.E.M.
Desempenhou as seguintes funções Militares:
– Comandante de Companhia de Cavalaria (Moçambique);
– Comandante de Companhia de Cavalaria (Angola);
– Diretor de Instrução da E.P.C.;
– 2º Comandante da E.P.C.;
– Comandante do Grupo de Carros de Combate da Brigada Mecanizada (Stª Margarida);
– Comandante do Corpo de Alunos da Academia Militar;
– Comandante da Brigada Territorial nº 3 da G.N.R. (Évora);
– Sub-Chefe do Estado Maior do Comando Geral da G.N.R.;
Tem 13 Louvores de Oficial General e 5 Louvores de Coronel. Foi Condecorado 13 vezes ao longo da sua carreira.

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A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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