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Mação | “À Conversa com” Miguel Matias sobre Direito e direitos no Centro Cultural

Acontece esta sexta-feira, dia 27 de abril, mais uma edição da iniciativa “À Conversa com…”, que desta vez terá como convidado o advogado Miguel Matias, com o tema “Direito Penal e Defesa dos Direitos Fundamentais”. A sessão, de entrada livre, acontece pelas 21h00, no Auditório do CC Elvino Pereira, em Mação.

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Nesta noite, a organização convida todos os interessados para “uma conversa sobre a garantia do respeito aos direitos humanos, dos nossos Direitos Fundamentais que, muitas vezes, não conhecemos bem ou nem sabemos ter”. Além dos direitos fundamentais, nesta sessão serão abordados temas sobre crimes sexuais com especial incidência sobre o abuso sexual de crianças e mais atentamente sobre a investigação penal, os media e o segredo de justiça.

Miguel Matias nasceu Setembro de 1964 na então Cidade de Silva Porto, Distrito do Bié, em Angola, onde passou a infância. Tem uma ligação de proximidade e afetiva a Mação pois os avós paternos são naturais de Cardigos, para onde começou a vir desde o regresso de Angola. Ainda em Angola conheceu o Dr. Diamantino Leitão, amigo dos seus pais e, à data, Conservador na Cidade de Silva Porto.
Já adulto, e por causa da sua atividade profissional, encetou uma relação de amizade com o Juiz Carlos Alexandre.

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Miguel Matias é advogado desde 1990. Foi sócio fundador da PCMS – Sociedade de Advogados e da Miguel Matias e Associados – Sociedade de Advogados. Foi sócio da FCB Castelo Branco – Sociedade de Advogados. Atualmente é sócio e responsável pelo departamento de Direito Penal e Compliance da RSA – Sociedade de Advogados, bem como Vice-Presidente do Conselho Geral da Ordem dos Advogados e Preside à Comissão de Defesa dos Actos Próprios dos Advogados e Solicitadores.

Representa ainda os Advogados Portugueses na União dos Advogados de Língua Portuguesa.

Recorde-se ainda que Miguel Matias representou as alegadas vítimas de abusos sexuais do processo mediático Casa Pia, caso que veio a público no ano 2002 pela pena da jornalista Felícia Cabrita, envolvendo uma série de figuras públicas e um ex-funcionário após queixa de um dos antigos alunos daquela instituição.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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