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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Leiria | Corpo de portuguesa morta em Moçambique já pode ser trasladado

O corpo da cidadã portuguesa morta em Moçambique já pode ser trasladado para Portugal, uma vez que as autoridades já concluíram a autópsia, disse à agência Lusa o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. Inês Botas, jovem originária da Abadia, Cortes, no concelho de Leiria, foi morta na cidade da Beira, Moçambique, onde se encontrava a trabalhar para a empresa Ferpinta.

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“Recebemos o relatório da autópsia que permite libertar o corpo”, afirmou José Luís Carneiro, sublinhando que a cidadã portuguesa que trabalhava numa empresa portuguesa na jurisdição consular da Beira, centro de Moçambique, estava desaparecida desde a noite de 28 de dezembro.

O secretário de Estado adianta que, se tudo correr como o previsto, o corpo da cidadã portuguesa vai ser transportado para Maputo na terça-feira e, entre quarta-feira e quinta-feira, será entregue à família em Portugal.

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Segundo José Luis Carneiro, a autópsia concluiu que a cidadã portuguesa foi morta por afogamento com prévio traumatismo craniano.

O secretário de Estado avançou que três cidadãos moçambicanos foram detidos por suspeitas de estarem envolvidos no sequestro e posterior assassínio desta portuguesa.

O governante disse ainda que as autoridades consulares portuguesas estão em contacto com a família e com a empresa onde trabalhava a portuguesa, que vai assumir as responsabilidades da sua trasladação, enquanto os serviços consulares vão ficar com toda a responsabilidade da emissão dos documentos necessários, nomeadamente isenção dos emolumentos consulares.

Uma nota divulgada no sábado pela Presidência da República refere que Marcelo Rebelo de Sousa apresentou condolências à família da cidadã portuguesa assassinada em Moçambique.

De acordo com a nota, Marcelo Rebelo de Sousa falou “com a família de Inês Botas, a cidadã portuguesa raptada e assassinada em Moçambique, onde trabalhava ao serviço da empresa Ferpinta”.

C/LUSA

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