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Sábado, Julho 31, 2021

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Legislativas: Os nossos deputados

A Coligação Portugal à Frente (PaF) venceu as eleições legislativas no círculo eleitoral de Santarém, com 35,82% dos votos, elegendo quatro deputados, com o PS a eleger três deputados (32,91%), o Bloco de Esquerda um (10,76%) e a CDU outro (9,64%).

O distrito estará representado no parlamento pelos deputados Teresa Leal Coelho, Nuno Serra e Duarte Marques (PSD) e Patrícia Fonseca Oliveira (CDS/PP), pelos socialistas José Vieira da Silva, António Gameiro e Idália Serrão, pelo bloquista Carlos Matias e por António Filipe, da CDU.

Nestas eleições, e contrariando a tendência nacional, a abstenção foi ligeiramente superior à registada em 2011 (41,13%), não tendo votado 42,13% dos 393 mil eleitores inscritos.

Juntando os resultados do PSD e do CDS em 2011, a coligação perdeu 37.178 votos (o PSD obteve em 2011 89.526 votos e o CDS 29.196, ou seja, 118.722). Hoje a coligação teve 81.544 votos. O PS, embora mantendo o número de deputados, teve mais votos que em 2011. Passou de 61.343 para 74.905 (mais 13.562). O Bloco de Esquerda subiu de 13.747 para uns impressionantes 24.489 (mais 10.742). A CDU também subiu de 21.416 votos para 21.941 (mais 525 votos).

O distrito de Santarém perdeu nestas eleições um deputado, elegendo nove em vez dos dez eleitos em 2011, dada a redução do número de eleitores (em 1976 elegia 13, tendo o seu peso passado de 4,94% para 3,91%). O deputado perdido por Santarém foi conquistado pelo distrito de Setúbal, que aumentou o número de eleitores, passando a eleger 18 representantes.

*com Agência Lusa

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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