Segunda-feira, Janeiro 24, 2022

Legislativas | António Filipe (CDU) reuniu com União dos Sindicatos de Santarém

A CDU defende a fixação do salário mínimo em 800 euros ainda em 2022, a redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais e a consagração de 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores.

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António Filipe, deputado do PCP na Assembleia da República e primeiro candidato da lista da CDU pelo círculo eleitoral de Santarém às eleições legislativas de 30 de janeiro, reuniu e debateu na segunda-feira os problemas laborais com representantes da Direção da União dos Sindicatos do distrito de Santarém, a quem apresentou as suas propostas e compromissos políticos.

Neste encontro, a CDU reafirmou o seu compromisso de tudo fazer para garantir o aumento geral dos salários, em particular o Salário Mínimo Nacional para 850 euros a curto prazo, fixando o seu valor em 800 euros durante o ano de 2022, continuar a combater a desregulação de horários e garantir a redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais, bem como a consagração de 25 dias úteis de férias para todos os trabalhadores.

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Foram ainda reafirmados os compromissos da CDU, no que diz respeito ao Código do Trabalho, nomeadamente com a “revogação das suas normas gravosas, de que é exemplo a caducidade da contratação coletiva”.

O combate à precariedade, a revogação do SIADAP e a revisão da Tabela Remuneratória Única no âmbito da Administração Pública foram outras das matérias em destaque.

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Em comunicado, a CDU reafirmou a “importância que teve a luta dos trabalhadores associada à intervenção do PCP e do PEV na Assembleia da República para garantir todos os avanços alcançados nas últimas legislativas”, tendo apelado ao voto dos trabalhadores na CDU “na defesa dos seus direitos, interesses e aspirações”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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