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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Jovem tomarense venceu 3.ª edição do Orçamento Participativo Jovem Portugal

O Orçamento Participativo Jovem Portugal 2019 foi uma iniciativa pioneira a nível mundial, que desafiou os cidadãos e cidadãs entre os 14 e os 30 anos a apresentar e decidir projetos de investimento público, com o objetivo de contribuir para uma melhor democracia através do reforço das formas de participação pública de jovens.

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Um dos vencedores foi o projeto “Plástico Zero”, apresentado pela jovem tomarense Eva Claro. Resumidamente, a descrição da proposta da jovem baseou-se no cumprimento que as escolas assumem de reduzir/eliminar a utilização de plástico no recinto escolar. Propõe-se oferecer a cada aluno dos agrupamentos de escolas de Tomar e Alcanena, uma garrafa de alumínio, de forma que estes a possam encher nos dispensadores de água a adquirir para as escolas.

Cada garrafa contém informação (via QR Code) com alguns conselhos para a redução diária da utilização deste material, com o objetivo de criar hábitos sustentáveis.

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Para a implementação do projeto, os Municípios de Tomar e Alcanena associaram-se ao IPDJ -Instituto Português do Desporto e da Juventude, colaborando na implementação do projeto nos estabelecimentos de ensino do respetivo concelho.

Para o efeito, foram adquiridos pelo IPDJ, com o orçamento de 30.000€, um total de 5.900 garrafas de alumínio para serem distribuídos pelos alunos das escolas, assim como 25 bebedouros, dos quais Tomar recebe 15 para colocar nos Agrupamentos de Escolas Templários e Nuno de Santa Maria.

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Esta segunda-feira, dia 20, foram inaugurados os primeiros bebedouros nas Escolas Secundárias Santa Maria do Olival e Jácome Ratton, na presença da Diretora Regional de Lisboa e Vale do Tejo do IPDJ Eduarda Marques, o vereador Hugo Cristóvão e a aluna Eva Claro.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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