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Sábado, Julho 24, 2021

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Jorge Palma atua hoje em Constância em formato “elétrico”

Jorge Palma é uma estreia nas Festas da Boa Viagem/Festas do Concelho de Constância, e no seu concerto desta noite, 28 de março, às 22:00, Segunda-Feira da Boa Viagem, o pop-rock está assegurado nas eternas músicas “Deixa-me rir”, “Frágil”, “Dá-me lume”, “Maçã de junho”, “Encosta-te a mim”, “Bairro do Amor” ou “O Lado Errado da Noite”, entre outras.

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Vicente Palma, Pedro Vidal, Nuno Lucas e João Correia, são os elementos da banda, composta por guitarra acústica, piano, guitarra elétrica, baixo e bateria, que o acompanhará hoje à noite em Constância, no seu formato “elétrico”.

Jorge Palma dispensa apresentações. Com mais de 40 anos de carreira é um nome incontornável do panorama musical português. Compositor, poeta, intérprete e exímio pianista, Jorge Palma começou a dar cartas logo cedo, quando aos 13 anos venceu o segundo prémio e uma menção honrosa num Concurso Internacional das Juventudes Musicais, realizado em Palma de Maiorca.

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Aprendendo piano desde os seis anos, o percurso de vida de Jorge Palma observa-se sempre a par da música, sua maior forma de expressão. Correu a Europa de guitarra em punho tocando nas ruas de cidades como Paris e Copenhaga, terminou o Curso Superior de Piano em 1990 e editou vários discos de originais, compondo êxitos, somando discos de ouro, tendo atingido a marca da dupla platina com Voo Nocturno. Venceu o prémio José Afonso em 2002, e em 2008 e 2012 foi o vencedor do Globo de Ouro na categoria de melhor intérprete.  Pelo seu último disco «Com Todo o Respeito» foi ainda galardoado pela SPA com o prémio Pedro Osório.

Desde os anos 70 que esgota salas um pouco por todo o país, desde as mais emblemáticas, até aos palcos mais intimistas, tendo também passado por festivais como o Meo Sudoeste, Super Bock Super Rock e Rock in Rio.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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