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IV Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo cumpre amanhã a 3ª etapa (c/vídeo)

Começou no sábado em Vila Velha de Rodão e chegou no domingo ao Rossio ao Sul do Tejo o cortejo do IV Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo, uma viagem pelo rio Tejo que vai decorrer até 18 de junho. A iniciativa, que na quinta-feira conhece a sua 3ª etapa, tem como objetivo principal ligar o rio Tejo desde Vila Velha de Ródão ao grande estuário do Tejo (Oeiras).

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A 2ª Etapa decorreu este domingo, 29 de maio, tendo as embarcações partido da aldeia dos pescadores, em Ortiga/Mação, ligando as zonas ribeirinhas de Ortiga a Alvega, Mouriscas, Pego, Barca do Pego e Rossio ao Sul do Tejo, onde pernoita hoje Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo.

Realizado por embarcações típicas do Tejo, como o tradicional picoto e a bateira, que transportam a imagem de Nossa Senhora dos Avieiros e do Tejo, em peregrinação fluvial às comunidades ribeirinhas e às aldeias Avieiras, nas margens do Tejo, o Cruzeiro tem como objetivos específicos o de reforçar a identidade das comunidades, aproximando-as através da partilha cultural e religiosa, aproximar as comunidades do rio Tejo para usufruírem da sua riqueza, e transformar as comunidades ribeirinhas em elementos divulgadores das enormes potencialidades do rio na área do Turismo Sustentável e das Culturas a ele associadas.

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A 3ª Etapa vai decorrer na quinta-feira, 02 de junho, como o Cruzeiro a sair às 9:00 de Rossio ao sul do Tejo e chegada às 10h00 ao Tramagal e às 11:00 a Rio de Moinhos. À tarde, as embarcações passarão em Constância às 15:00, parando ainda na Praia do Ribatejo, Arripiado, Tancos e, às 18h30, em Vila Nova da Barquinha.

VÍDEO: Arlindo Marques

PROGRAMA COMPLETO

IV Cruzeiro Religioso e Cultural do Tejo – 2016 – 28 de Maio a 18 de Junho

1ª Etapa, sábado, 28 de Maio

09h30 – Bênção e partida do Cruzeiro Religioso

e Cultural em Vila Velha de Ródão

10h30 – Santana

10h45 – Fratel

13h00 – Barragem do Fratel

(Passagem de barcos na barragem do Fratel)

16h00 – Barca

16h45 – Amieira do Tejo – Nisa

17h15 – Belver – Gavião

17h30 – Praia do Alamal

18h30 – Ortiga

(Passagem de barcos na Barragem de Belver)

 

2ª Etapa, domingo, 29 de Maio

09h00 – Ortiga (bairro dos pescadores)

11h00 – Alvega

12h30 – Mouriscas

16h00 – Pego

16h30 – Barca do Pego

18h00 – Rossio ao Sul do Tejo

Quarta-feira, dia 01 – Passagem de Barcos

 

3ª Etapa, quinta-feira, 02 de Junho

09h00 – Rossio ao Sul do Tejo

10h00 – Tramagal

11h00 – Rio de Moinhos

13h00 – Constância

15h30 – Praia do Ribatejo

16h00 – Arripiado

17h30 – Tancos

18h30 – Vila Nova da Barquinha

 

4ª Etapa, sexta-feira, 03 de Junho

14h30 – Vila Nova da Barquinha

15h30 – Pinheiro Grande

16h00 – Chamusca

19h00 – Azinhaga – Golegã

 

5ª Etapa, sábado, 04 de Junho

10h30 – Azinhaga

12h00 – Alpiarça

15h00 – Vale de Figueira – Santarém

16h30 – Ribeira de Santarém

18h30 – Alfange

19h00 – Caneiras

 

6ª Etapa, domingo, 05 de Junho

10h00 – Caneiras

11h30 – Porto de Sabugueiro

12h00 – Porto de Muge – Cartaxo

15h00 – Valada do Ribatejo

21h30 – Procissão fluvial noturna:

VALADA – ESCAROUPIM

 

7ª Etapa, quinta-feira, 09 de Junho

15h00 – Escaroupim – Salvaterra de Magos

15h30 – Palhota

17h00 – Porto da Palha – Azambuja

 

8ª Etapa, sexta-feira, 10 de Junho

15h00 – Porto da Palha

16h30 – Vala do Carregado

18h00 – Vila Franca de Xira

 

9ª Etapa, sábado, 11 de Junho

15h00 – Vila franca de Xira

16h00 – Alhandra

 

10ª Etapa, domingo, 12 de Junho

11h00 – Alhandra

12h00 – Alverca

15h00 – Póvoa de Santa Iria

 

11ª Etapa, sexta-feira, 17 de Junho

09h00 – Póvoa de Santa Iria

13h00 – Moita

19h00 – Montijo

 

12ª Etapa, sábado, 18 de Junho

(Dia da Marinha do Tejo)

09h00 – Montijo

10h30 – Lisboa /Cais das Colunas

14h00 – Paço de Arcos

19h00 – Oeiras

Final do Cruzeiro

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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