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Sábado, Novembro 27, 2021

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Incêndios|Sardoal: Casa arde na aldeia São Simão, população evacuada

Todos os habitantes da aldeia de São Simão, em Sardoal, cerca de 50 pessoas, foram transferidos esta noite para o quartel dos bombeiros devido a um incêndio que principiou na terça-feira e que acabou por destruir uma habitação, disse ao mediotejo.net o presidente da Câmara de Sardoal.

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“Temos a confirmação de uma habitação que foi consumida pelas chamas na aldeia de São Simão. A casa era de primeira habitação e ardeu por completo”, disse Miguel Borges, cerca da 01:00 de quarta-feira, tendo acrescentado que o residente vai para casa de familiares “até se definir como resolver a situação”.

O presidente da Câmara Municipal de Sardoal disse que “a transferência de toda a população”, que estimou em “cerca de 5 dezenas de pessoas, quase todas idosas”, decorreu cerca das 20:00 e que se deveu a uma “tomada de precaução” devido à “imprevisibilidade da direção dos ventos e das chamas” de um incêndio que às 01:30 de quarta-feira ainda continuava por controlar e que tinha 702 operacionais no terreno, num combate conjunto a um outro incêndio que lavra no vizinho concelho de Abrantes.

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Em declarações à Lusa, o comandante Paulo Cardoso, do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, disse ter informação de uma outra casa ardida na Rua da Glória, em Carvalhal (Abrantes), sem vítimas, situação confirmada pelo presidente da junta de freguesia.

O autarca Luís Serras disse à Lusa que dois irmãos ficaram desalojados, e foram acolhidos por familiares, sublinhando ter sido esta a única casa ardida naquela freguesia do município de Abrantes, o que atribuiu à intervenção “pronta e incansável” dos bombeiros.

Paulo Cardoso confirmou a evacuação de uma casa em Sobral Basto, da qual foi retirado temporariamente e por precaução o casal que aí reside, por se tratar de pessoas invisuais que teriam dificuldade em deixar a habitação, que está numa zona isolada, se isso fosse necessário.

Segundo o comandante, o casal já regressou a casa.

Segundo Paulo Cardoso, ao longo da tarde foi acionada a presença de ambulâncias para o caso de ser necessário retirar pessoas com mais dificuldade de mobilidade, como era o caso de um lar situado em Carvalhal, o que acabou por não se verificar, situação igualmente referida por Luís Serras.

C/Lusa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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