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Segunda-feira, Janeiro 24, 2022
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Incêndios | Torres Novas teve este ano a menor área ardida das últimas duas décadas

O balanço do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) dá conta de um panorama geral bastante positivo, tendo sido registado este ano em Torres Novas o segundo menor número de ocorrências desde 2001, assim como também a menor área ardida no concelho nos últimos 20 anos.

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Na reunião entre o presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, Pedro Ferreira, e as entidades envolvidas neste dispositivo – nomeadamente Serviço Municipal de Proteção Civil, Gabinete Técnico Florestal, Bombeiros Voluntários Torrejanos, GNR e PSP – verificou-se que este ano ocorreram apenas 36 incidentes (menor número registado desde 2001), coincidente com o panorama nacional, tendo o país registado, na época mais crítica, o menor número de fogos da última década.

Arderam, em 2021 e no concelho torrejano, 2,84 hectares, naquela que foi a menor área ardida na área de Torres Novas nos últimos 20 anos, e que contrasta em grande medida com os registos de 2003, o pior ano desde que há registos, no qual ardeu um total de 2023 hectares.

Segundo a autarquia de Torres Novas, durante 2021 procedeu-se à beneficiação de 5031 metros de via e de 28 hectares de faixas de gestão de combustível, no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios. Foto: DR
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Em comunicado enviado pela autarquia, dá-se conta igualmente de que ao longo do ano se procedeu à beneficiação de estradas no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios numa extensão de 5 031 metros de via e de 28 hectares de faixas de gestão de combustível. É também fator de destaque a criação de uma nova Unidade de Proteção Civil, na Zibreira – que assim se juntou à de Pedrógão – e a beneficiação de três pontos de água.

“Em 2021 foi também realizado um simulacro no âmbito dos programas nacionais Aldeia Segura e Pessoas Seguras, durante o qual foram avaliados pelas entidades intervenientes aspetos como a segurança das pessoas e edifícios, a resposta de todos os agentes envolvidos e dos meios de socorro, sendo possível testar o plano de emergência e colocar em prática os procedimentos e meios necessários no caso de se registar uma ocorrência real”, pode ainda ler-se no referido comunicado.

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O DECIR terminou no final de outubro, com o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, a elogiar e a destacar uma classe profissional que defende valores como a solidariedade ou a entrega a uma causa maior.

Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior. Natural de Praia do Ribatejo, Vila Nova da Barquinha, mas com raízes e ligações beirãs, adora a escrita e o jornalismo. Ávido leitor, não dispensa no entanto um bom filme e um bom serão na companhia dos amigos.

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