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Incêndios | Sertã arranca esta semana com criação de faixas de gestão de combustível

A implementação da chamada faixa de gestão de combustível vai iniciar-se 11 de fevereiro nas localidades de Beirão e Fontainhas, na freguesia de Várzea dos Cavaleiros, concelho da Sertã. São trabalhos de silvicultura preventiva de manutenção do troço da Rede Primária de Faixas de Gestão de Combustível, inscrita no Plano Distrital e Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Abrange uma área de 20 hectares e coincide com a Rede Secundária (EM538).

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A referida faixa de gestão de combustível, definida no mínimo com 125m de largura (62,5m para cada lado do traçado da Rede Primária) tem como objetivo “diminuir a área percorrida por incêndios florestais, através de condições favoráveis e de segurança para o combate dos meios de supressão”, explica a autarquia em nota de imprensa.

Os trabalhos a realizar, segundo a mesma nota, incluem a limpeza motomanual ou mecânica dos extratos arbustivos ou subarbustivos, a redução da densidade do arvoredo, garantindo um distanciamento entre copas, e a desramação no terço inferior das copas das árvores, quando necessário.

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No comunicado, a Câmara Municipal da Sertã “apela à compreensão, colaboração e empenho de todos nesta ação cujo objetivo é defender o principal recurso natural do Concelho, a Floresta, assim como o investimento dos produtores florestais. As intervenções serão realizadas pelos Sapadores Florestais da APROFLORA (Associação de Produtores Florestais e Agrícolas da Zona do Pinhal) e decorrerão em terrenos privados”.

Faz notar que o material lenhoso (com valor comercial) resultante das operações de desbaste é pertença dos legítimos proprietários, produtores florestais, arrendatários e usufrutuários.

A madeira será cortada a 2,50m e empilhada no local, sendo no entanto da responsabilidade destes a sua remoção dos locais de intervenção num prazo de 15 dias úteis. Os demais materiais (sobrantes sem valor comercial) serão retirados, triturados, queimados ou incorporados no solo.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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