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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Incêndios: Sardoal, Sertã, Mação e Vila de Rei em risco máximo

O risco de incêndio é hoje máximo em Sardoal, Sertã, Mação e Vila de Rei, na região do Médio Tejo, e em outros 20 concelhos de Portugal continental, principalmente no norte e centro do país. O risco é ainda muito elevado em cerca de uma centena de outros distribuídos por todo, segundo dados do IPMA.

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Na sua página na internet, mais a norte, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) estima um risco de incêndio máximo nos concelhos de Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena, no distrito de Vila Real, e Cabeceiras de Basto, no distrito de Braga.

No distrito de Viseu são os concelhos de Castro Daire, Vila Nova de Paiva e Moimenta da Beira que apresentam risco máximo, enquanto que no distrito da Guarda a lista inclui Aguiar da Beira, Trancoso, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Sabugal e Guarda.

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Arganil, Pampilhosa da Serra, Góis (distrito de Coimbra), Oleiros e Sertã (Castelo Branco), Pedrogão Grande (Leiria), Vila de Rei (Castelo Branco), Mação e Sardoal (Santarém) são os restantes concelhos em risco máximo de incêndio a que se junta Monchique (Faro) o único mais a sul.

Na informação meteorológica do IPMA, estão oito distritos de Portugal continental sob ‘Aviso Amarelo’ devido à previsão de temperaturas elevadas.

Bragança, Évora, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Beja e Castelo Branco são os distritos com ‘Aviso Amarelo’, o terceiro mais grave numa escala de quatro e significa “risco para determinadas atividades”.

No arquipélago da Madeira, o ‘Aviso Amarelo’ é para tempo quente, mas também para o vento nas costas norte e sul, assim como na região montanhosa, enquanto em Porto Santo é só para a temperatura.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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