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Quarta-feira, Outubro 20, 2021

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Incêndios | Ministro da Agricultura alerta para risco elevado e apela a que sejam banidas queimadas

O ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural fez hoje um apelo aos agricultores e produtores florestais para que sejam completamente banidas as queimas e as queimadas tendo em conta as condições meteorológicas adversas.

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“Queria fazer um veemente apelo aos agricultores e produtores florestais no sentido de que sejam completamente banidas as queimas e as queimadas uma vez que as condições meteorológicas podem determinar que qualquer queima ou queimada passe a ficar completamente fora de controlo”, disse Luís Capoulas Santos em declarações à agência Lusa.

O ministro lembrou que as queimas e queimadas estão expressamente proibidas até 15 de outubro e, se a circunstâncias o determinarem, há ainda a possibilidade de prolongar esse período de completa interdição.

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Em declarações à agência Lusa, o ministro explicou que a razão deste apelo tem a ver com o facto de poderem ser anunciadas algumas melhorias do estado do tempo, como aconteceu há um ano, a 15 de outubro.

“Os agricultores e os produtores terão de aguardar condições meteorológicas propicias. A situação de risco é muito muito elevada e ao mesmo tempo que conseguimos diminuir as emissões conseguimo-lo exceto no que diz respeito as queimas e queimadas que aumentaram nesta fase outonal”, frisou.

Luís Capoulas Santos fez ainda um apelo aos caçadores, que hoje começam a época de caça, que estejam particularmente atentos e que denunciem imediatamente qualquer vestígio de fumo porque a situação é de grande risco.

“Temos de fazer tudo para evitar que incêndios de grande dimensão possam vir a deflagrar”, adiantou.

A Guarda Nacional Republicana reforçou desde as 20 horas de sexta-feira o patrulhamento terrestre em todo o país com o objetivo de prevenir os incêndios florestais devido às elevadas temperaturas previstas para os próximos dias.

O reforço do patrulhamento prolonga-se até domingo e vai ser feito em coordenação com os meios de vigilância aéreos, adianta a Guarda Nacional Republicana.

Agência de Notícias de Portugal

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