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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Incêndios: Militares de Santa Margarida combatem fogos no Norte

Com um dispositivo que marca presença nos distritos de Braga, Viana do Castelo, Viseu e Leiria, os militares da Brigada Mecanizada (BrigMec), instalada no Campo Militar de Santa Margarida, Constância, mantém-se empenhados em ações de rescaldo e vigilância ativa cerca de 73 militares e 15 viaturas, bem como um destacamento de engenharia, informou a Brig Mec.

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Estas ações inserem-se nas Operações de Apoio Civil e o contributo da Brigada Mecanizada para o incremento do apoio do Exército à proteção e salvaguarda de pessoas e bens, designadamente na colaboração com as entidades civis no âmbito do combate aos incêndios.

As Forças Armadas têm, no total, mais de 600 militares no apoio às operações de socorro, entre o continente e a Madeira, disse à Lusa o coronel Helder Perdigão, do gabinete do Chefe do Estado Maior das Forças Armadas (CEMGFA).

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Hélder Perdigão adiantou que “estão empenhados 624 militares, apoiados por 119 viaturas”, no combate e apoio às “operações de socorro da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC)” nos distritos de Aveiro, Viana do Castelo, Viseu, Porto, Vila Real, Braga e Faro e Madeira de “diversas unidades provenientes de norte a sul do país”.

As Forças Armadas prestam “apoio sanitário de emergência, alimentação, fornecimento de água, evacuação de desalojados, patrulhamento e vigilância dos incêndios que deflagraram nas zonas altas do Funchal, desde a madrugada de dia 09 de agosto, precisou Helder Perdigão.

Nas operações estão “os regimentos de Engenharia, equipados com máquinas de rasto”, dos “Regimento de Engenharia 3 e Engenharia 1”, e da Companhia de Engenharia de Combate Pesada da Brigada Mecanizada, na “abertura de faixas de gestão de combustíveis (corta-fogos) e no melhoramento de itinerários” de acesso aos operacionais de socorro, acrescentou Helder Perdigão.

c/Lusa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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