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Sábado, Janeiro 22, 2022
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Incêndios | Meios atuaram “rapidamente” nas várias ocorrências em Sardoal

Nas duas últimas semanas várias foram as ocorrências de incêndio no concelho de Sardoal, na vila, em Santiago de Montalegre e Alcaravela. Todas com um denominador comum: a queima dos sobrantes nas ações de limpeza dos terrenos. Fogos apagados “prontamente” com ajuda da equipa de GIPS estacionada no concelho de Sardoal, segundo explicou ao mediotejo.net o vice-presidente Jorge Gaspar que não acusou falta de meios no terreno.

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“A limpeza dos terrenos está a ser feita, e a lei permite isso, o combustível fica no terreno, apesar de triturado”. Ao incendiar “não dá para propagar a uma velocidade estonteante mas dá para pegar o lume” e os incêndios, no concelho de Sardoal, ocorreram todos em terrenos limpos devido a queimadas, garantiu ao mediotejo.net o vice-presidente da Câmara Municipal, Jorge Gaspar, dando conta das ocorrências nas últimas duas semanas.

O autarca, durante a reunião de Executivo dia 9 de maio, referiu também a “preocupação” dos proprietários dos terrenos, uma vez que “o mês de maio está a chegar ao fim daqui a dias”. Além disso, com as limpeza dos terrenos, as queimas decorrem em muito maior número. “Antigamente as pessoas limpavam o que, em consciência, consideravam suficiente para segurança, agora é diferente”. Deu ainda conta de uma “rápida” intervenção dos bombeiros, declarando a existência de “meios suficientes” no concelho.

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Quanto à limpeza dos terrenos adiantou que empresa contratada pela Câmara Municipal “está a trabalhar a uma velocidade considerável”. E garantiu que até ao final do mês de maio estará concluída a limpeza das faixas de proteção da responsabilidade do Município.

Avançou igualmente que a equipa de GIPS, grupo especial de combate a incêndios da GNR, já se encontra em Sardoal, ainda que incompleta, dando conta de uma equipa mais alargada composta por 18 homens, que irá guarnecer o meio-aéreo funcionando em paralelo com uma equipa terrestre. Os GIPS “já funcionaram num incêndio em Alcaravela”, concluiu.

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A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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