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Domingo, Setembro 19, 2021

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Incêndios | Intervenção em curso para corrigir ‘deficiências’ na videovigilância florestal – MAI

O funcionamento “deficiente” de algumas torres de videovigilância florestal nos distritos de Castelo Branco e Santarém levou a intervenções no sistema, a concluir até ao final da semana, disse à Lusa o Ministério da Administração Interna (MAI).

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Fonte oficial do MAI explicou que foi “referenciado um funcionamento deficiente em algumas torres [do sistema de videovigilância florestal] nos distritos de Castelo Branco e Santarém”.

E acrescentou que estão “em curso as intervenções necessárias à reposição da normalidade, a qual se espera poder acontecer até ao final desta semana”.

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O ministério liderado por Eduardo Cabrita revelou também que a solução para os contratos de manutenção do sistema de videovigilância florestal que caducaram recentemente está “em fase de implementação”.

“Relativamente aos contratos de manutenção que caducaram recentemente e que irão caducar ainda em 2021, a solução está em fase de implementação, envolvendo as entidades detentoras das torres e a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), salvaguardando qualquer necessidade de intervenção técnica que venha a ser necessária”, pode ler-se.

O MAI salientou ainda na resposta à Lusa que a “vigilância dos incêndios rurais é assegurada por diferentes valências que se complementam e integram a Rede de Vigilância e Deteção de Incêndios (RVDI), que vão desde a Rede Nacional de Postos de Vigia aos sistemas de videovigilância florestal e meios de deteção móveis ou outros meios (terrestres ou aéreos)”.

O PSD apontou na terça-feira que o sistema de videovigilância florestal ‘Ciclope’ está desativado “por caducidade do contrato de manutenção”, deixando críticas ao executivo, nomeadamente ao Ministério da Administração Interna.

Num comunicado enviado às redações, os sociais-democratas começam por referir que “a videovigilância florestal constitui um dispositivo tecnológico fundamental na deteção dos fogos florestais” e que os meses de verão “são mais propícios à ocorrência de incêndios e impõem, por isso, a operacionalidade total e permanente de todos os sistemas de televigilância”.

Os deputados do PSD, escrevem, “têm insistentemente alertado o Governo para a caducidade do contrato de manutenção do sistema Ciclope, que cobre cerca de 1.300.000 hectares do território de Portugal continental”.

“Mais de dois meses depois do arranque da época de incêndios, o PSD considera intolerável e absolutamente irresponsável que o Governo persista em aceitar que os sistemas de videovigilância instalados por todo o país voltem a estar ‘em baixo’. Só no distrito de Santarém 13 das 16 câmaras continuam inoperacionais”, adiantam.

O PSD lembrou também uma pergunta dirigida ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, em 08 de março, sobre “o desentendimento entre as duas entidades públicas envolvidas na vigilância da floresta”, a ANEPC (Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil) e a GNR.

Já no final do mês de abril, cita o partido, Eduardo Cabrita assegurava que o ministério não tinha conhecimento na altura de “qualquer rutura nos sistemas de videovigilância instalados” e que “alguns problemas pontuais que se verificaram na operacionalidade da rede foram prontamente solucionados”, estando a rede de videovigilância “totalmente operacional, quer para a prossecução da missão de vigilância e deteção de incêndios rurais, quer para apoio à decisão operacional”.

“Acontece que hoje, 10 de agosto de 2021, e após reiteradas iniciativas dos deputados do PSD, o sistema Ciclope continua desativado, não estando a funcionar por caducidade do contrato de manutenção”, alerta o grupo parlamentar.

Agência de Notícias de Portugal

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