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Sexta-feira, Janeiro 21, 2022
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Incêndios | Fogo de Ferreira do Zêzere já chegou a Vila de Rei, Castelo Branco – Proteção Civil

O incêndio que há dois dias consome floresta em Ferreira do Zêzere, distrito de Santarém, chegou a Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, sendo essa a ocorrência mais preocupante segundo a Proteção Civil.

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No segundo “briefing” do dia da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), a adjunta nacional de operações, Patrícia Gaspar, disse que só hoje deflagraram 176 incêndios, mas explicou que os mais preocupantes, além do que ocorre em Ferreira do Zêzere e agora Vila de Rei, são os que lavram na Mealhada (Aveiro), Alvaiázere (Leiria) e Carvalhosas (Coimbra).

O incêndio de Ferreira do Zêzere (Santarém, entrou no vizinho município de Vila de Rei, já em Castelo Branco, com uma grande violência, tendo ao início da noite já passado pela aldeia de Trutas, “sem vítimas e sem danos de maior a registar”, segundo a ANPC.

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A ANPC refere ainda a retirada de populares de algumas aldeias, nomeadamente de Valadinha, Valadas, Alcamim, Seada, Valada, Zeval e Urgueira, pessoas que foram transferidas para a residência de estudantes e casa paroquial de Vila de Rei.

Às 17:00 a Proteção Civil registava 16 ocorrências, que envolviam quase 2.300 bombeiros, auxiliados por meio milhar de viaturas e 31 meios aéreos.

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Na sequência do pedido de ajuda (Mecanismo Europeu de Proteção Civil) de Portugal estão já a operar no incêndio de Ferreira do Zêzere três meios aéreos espanhóis (um pesado e dois médios).

Na sequência do grande número de incêndios nos últimos dias já se registaram 42 feridos, “dois ou três” hoje mesmo, segundo o balanço de Patrícia Gaspar, frisando que da totalidade de feridos 39 são ligeiros e que três são mais graves, mas que mesmo assim não inspiram cuidados.

Às 19:00 estava encerrada ao trânsito o troço entre Pias e Alvaiázere da autoestrada 13 (A13), além de várias outras nacionais e municipais.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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