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Sábado, Junho 19, 2021

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Incêndios | Ex-GNR detido por atear fogos em Abrantes ficou em prisão preventiva

Um ex-militar da GNR com cadastro por atear fogos florestais, em Abrantes, foi detido de novo pela PJ de Leiria, por ser o suspeito de vários incêndios que deflagraram na última semana na zona norte do concelho. O incendiário, de 48 anos, estava em liberdade desde maio, altura em que foi condenado a quatro anos de prisão, pena que ficou entretanto suspensa. Presente ao Tribunal de Santarém na sexta-feira o juiz decretou a prisão preventiva, medida máxima de coação.

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Um dos incêndios dos quais o ex-agente da GNR é o principal suspeito deflagrou na segunda-feira junto à povoação de Ribeira da Brunheta , na União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto, e só ficou controlado três horas depois, em resultado da intervenção dos bombeiros, que mobilizaram mais de 200 operacionais, 60 viaturas e dez meios aéreos. Nesta última semana, no concelho de Abrantes, os bombeiros foram chamados a combater pelo menos cinco fogos, o que desde logo levantou suspeitas.

O ex-militar da GNR, que está aposentado há 18 anos “por incapacidade para o serviço público policial, foi detido quarta-feira e foi presente na sexta-feira ao Tribunal de Santarém, para aplicação de medidas de coação, tendo ficado em prisão preventiva.

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As informações são avançadas pelo jornal CM, num trabalho da jornalista Isabel Jordão, que adianta que o detido tem “hábitos de alcoolismo não resolvidos, mesmo após tratamentos de desintoxicação” e problemas do foro psiquiátrico. Vive com o pai e desloca-se de moto pela floresta, ateando os incêndios com chama direta. Desde que foi detido, na quarta-feira, não houve registo de mais incêndios na zona de Abrantes.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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