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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Incêndios | Dispositivo aéreo já tem três aeronaves em Ponte de Sor

O combate aos incêndios no distrito de Portalegre contam, este ano, com quatro aeronoves, menos um meio aéreo em relação a 2019, mantendo no terreno as mesmas equipas de bombeiros, revelou o comandante distrital de Operações de Socorro. Os três aviões previsto para Ponte de Sor, dois aviões anfíbios e um de reconhecimento e avaliação, já estão a postos no aeródromo daquela cidade, disse hoje ao mediotejo.net o presidente da autarquia, Hugo Hilário.

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O distrito de Portalegre conta este ano com menos um meio aéreo relativamente ao ano passado, ficando assim aquilo com quatro aeronaves, três delas em Ponte de Sor e um helicóptero em Portalegre. “Nós perdemos o helicóptero médio de ataque inicial que estava sediado no ano passado em Ponte de Sor. Este ano, por contingências estratégicas de âmbito nacional, esse helicóptero foi desativado”, disse à Lusa Rui Conchinha, responsável pelo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Portalegre.

O responsável, que falava no decorrer de uma reunião da Comissão Distrital de Proteção Civil, aberta aos jornalistas e na qual foi apresentado o plano operacional para o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR) no distrito, esclareceu ainda que a região vai contar com quatro meios aéreos na fase mais musculada (nível IV) do combate aos incêndios.

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“Nós vamos contar com três meios aéreos em Ponte de Sor (dois aviões anfíbios e um de reconhecimento e avaliação) e um helicóptero de ataque inicial em Portalegre”, disse, informação que se verifica já no dia 1 de junho, segundo o presidente da autarquia local.

Ainda na fase mais musculada de combate aos incêndios florestais, entre 01 de julho e 30 de setembro, o distrito de Portalegre vai contar no seu dispositivo terrestre com 441 elementos, apoiados por 105 veículos.

De acordo com Rui Conchinha, vão estar no terreno na “fase crítica” de combate às chamas 188 bombeiros divididos por 43 equipas e 39 operacionais da GNR – Unidade de Emergência de Proteção e Socorro, divididos por sete equipas.

No campo dos sapadores florestais, elementos do corpo nacional de agentes florestais, equipas municipais de intervenção florestal, brigadas da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA) e da Associação dos Produtores Florestais da Região Ponte de Sor, vão estar no terreno 126 operacionais, distribuídos por 26 equipas.

Ainda no período de nível IV, o DECIR no distrito de Portalegre vai contar com oito vigilantes da natureza divididos por quatro equipas e uma outra equipa com seis operacionais da AFOCELCA – Agrupamento Complementar de Empresas de Proteção Contra Incêndios.

O dispositivo para este ano foi aprovado no dia 28 de abril, tendo Eduardo Cabrita salientando na altura que há 155 novos guardas florestais, quando não havia recrutamento de guardas florestais desde 2004, e que há neste verão um “reforço significativo do dispositivo de sapadores florestais”, bem como um reforço de meios aéreos, “contratado para quatro anos”.

O responsável explicou que na fase mais crítica de incêndios vão estar empenhados 11.825 elementos, que passam para 9.804 na primeira quinzena de outubro. Na segunda quinzena de maio os operacionais são 8.402, passando a 9.492 em todo o mês de junho.

Face a 2019, este ano há mais 265 sapadores florestais, num total de 1.875, e mais guardas florestais, além da Brigada de Proteção Ambiental da PSP, com 338 polícias, ou das 95 equipas que vão estar nas matas nacionais e áreas protegidas. Da rede nacional de postos e vigia fazem parte 230 torres e 920 vigias.

c/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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