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Quarta-feira, Agosto 4, 2021

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Incêndios: Disponível conta de emergência para apoiar compra de alimento para gado

A conta de emergência, de 500 mil euros, para ajudar os criadores de gado a comprarem alimento para os animais, devido aos incêndios que destruíram pastagens, ficou hoje disponível, tal como a ministra da Administração Interna havia avançado na quarta-feira no Sardoal.

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“A conta de emergência é no total de meio milhão de euros e destina-se aos produtores que têm gado e que não têm seguro e não têm outra forma de alimentar o gado naquelas freguesias em que houve mais de 30% de área ardida”, afirmou a governante.

Constança Urbano de Sousa deslocou-se na quarta-feira a um dos locais atingidos pelo fogo que deflagrou na tarde de terça-feira em Sentieiras, na freguesia de Fontes, no concelho de Abrantes, e se juntou ao que lavrava no concelho vizinho do Sardoal, combatido por mais de 700 operacionais.

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A abertura da conta de emergência foi acionada por despacho assinado pelos ministros das Finanças, Mário Centeno, e da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, tendo o diploma entrado hoje em vigor, um dia depois da sua publicação em Diário da República.

Caso a verba do apoio, “afeto às candidaturas aprovadas, ultrapasse” os 500 mil euros, “o pagamento a cada um dos beneficiários é reduzido em percentagem igual à que o montante global ultrapassar”.

A ajuda financeira a conceder aos beneficiários será paga pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, titular da conta de emergência, e que está sob tutela do Ministério da Administração Interna, que tomou a iniciativa de acionar a conta de emergência.

A estrutura que validará a assistência a prestar aos proprietários das explorações pecuárias será coordenada pelo secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes.

c/Lusa

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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